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Cultura Pop

Já picharam a estátua de David Bowie

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Já picharam a estátua de David Bowie

Lembra quando pichavam ou roubavam os óculos da estátua do Drummond e você dizia que esse tipo de coisa só acontecia no Brasil? O cacete: poucos dias após ter sido inaugurada, a primeira estátua de David Bowie feita no mundo – localizada em Buckinghamshire, na Inglaterra – amanheceu pichada. As infos abaixo são do NME.

A estátua “ganhou” as seguintes frases: “Primeiro alimente os desabrigados” e “RIP DB”. O memorial foi erguido no Aylesbury Market Square, bem pertinho do Friars, clube de música onde, conta-se, Bowie teria feito o primeiro show incorporando o personagem Ziggy Stardust.

Olha aí o dia da inauguração da estátua, no último domingo (25).

Quem começou essa história de estátua para Bowie foi justamente um conhecido (e xará) do cantor, o ex-promoter do Friars, David Stopps. Ele havia liderado uma campanha de crowdfunding bem-sucedida para a criação da estátua, que arrecadou 100.000 libras e várias doações. Apesar do protesto de uma das pixações, o vice-prefeito Mark Willis enfatizou que nenhum dinheiro público foi gasto na estátua.

“Foi totalmente financiada por crowdfunding, por pessoas públicas. Eu fui uma delas, inclusive”, disse. “Uma das instituições de caridade que eu apoio mensalmente é a Shelter, já que a falta de moradia e a pobreza são flagelos absolutos para a sociedade que precisam ser resolvidos”.

Stopps: “Fiquei muito desapontado que isso tenha acontecido, mas quando fui ver, poderia ter sido muito pior. Estamos ocupados limpando a estátua, agora. A tinta estava na estátua, na parede atrás e na calçada. Era sobre os desabrigados. Só que faço muita coisa pelos desabrigados, o que é mais irônico”.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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