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Cultura Pop

Fizeram um documentário de 15 minutos sobre a ida de Hunter S. Thompson ao Kentucky Derby

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Fizeram um documentário de 15 minutos sobre a ida de Hunter S. Thompson ao Kentucky Derby

Muita gente sabe dessa história, mas nosso dever é recontá-la. Em maio de 1970, Hunter S. Thompson, então autor de sucesso com sua reportagem-verdade Hell’s Angels, e jornalista, foi escalado pelo jornal Scanlan’s Monthly para cobrir a corrida de cavalos do Kentucky (o Kentucky Derby, enfim).

Ele e o ilustrador Ralph Steadman apareceram lá sem credenciais, cobriram a corrida de um local onde mal dava para ver os animais na pista mas observaram que havia algo mais maluco e esquisito para observar por lá: o comportamento brigão e beberrão dos fãs de corridas de cavalo. Os dois também beberam feito duas hienas e acabaram vivendo um pouco do que viam nos próprios espectadores das corridas.

Hunter S. Thompson acabou voltando de lá com um relato personalizado do que viram e viveram durante a corrida, que chamou de The Kentucky Derby is decadent and depraved (o derby de Kentucky é decadente e depravado, enfim). No texto, falava sobre suas impressões da localidade, sobre as frases homofóbicas que ouvia de outras pessoas no Kentucky, e descrevia a multidão de apostadores como um time de “bêbados delirantes, tropeçando, ficando cada vez mais furiosos quando perdem mais e mais dinheiro”. O texto de Thompson é tido como a aurora do jornalismo gonzo, no qual o repórter vira parte da própria reportagem.

Se você nunca leu o texto de Thompson, segue ele aí em inglês.

E se você quiser mais detalhes, tem o curta Gonzo @ The Derby, dirigido por Michael G. Ratner e feito para a ESPN. O documentário traz entrevistas com Ralph Steadman, com Sean Penn (um de seus grandes amigos) e até com Warren Hinckle, editor da Scanlan’s Monthly. A lembrança de como Thompson escreveu o texto e de como percebeu que sua própria depravação o levara a não ter (pelo menos de maneira formal) história alguma, é sensacional. Sem ter o que apresentar, ele acabou sendo forçado a entender que a história do que ele e Stedman haviam vivido lá em Kentucky era bem mais emocionante que o resultado da corrida.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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