Cultura Pop
Dreamless Night: Tem disco ao vivo dos Screaming Trees nas plataformas

Chegou nas plataformas digitais de levinho, no dia 20 de maio, Dreamless night, disco ao vivo dos Screaming Trees, banda liderada pelo já saudoso Mark Lanegan, morto em fevereiro. Pela aparente falta de informação, parece um disco com origem mais misteriosa que a de On strike, aquele “pirata imaginário” do Echo and The Bunnymen que foi destrinchado numa antiga Bizz por Pete Escobar – e que já virou matéria aqui do Pop Fantasma.
O show registrado em Dreamless night tem data e local: a capa diz, em letras bem pequenas, que a apresentação aconteceu na cidade de San Juan Capistrano, na Califórnia, em 1993, e foi registrada a partir da transmissão da rádio WW1 (Westwood One). O conteúdo de Dreamless night foi gravado no The Coach House, casa de shows da cidade, no dia 29 de março daquele ano. E já havia saído num lançamento pirata, conhecido como Live at the Coach House, San Juan Capistrano – 1993, ou Before we arise, dependendo do país que tiver pirateado as gravações. Na Itália, país que nos anos 1990 era repleto de lançamentos piratas “oficializados”, o disco havia saído em 1993 mesmo, com o nome de 10 tons of fun, e virou clássico entre fãs da banda – até por trazer como bônus faixas gravadas no festival de Reading um ano antes.
Em 1993, os Screaming Trees ainda tinham contrato com a Sony e ainda eram uma força significativa do rock de Seattle no mainstream. O grupo tinha Mark Lanegan (voz, guitarra), Gary Lee Conner (guitarra), Van Conner (baixo) e ninguém menos que Barrett Martin (bateria), o mesmo que alguns anos depois estaria tocando com ninguém menos que Nando Reis.
O repertório do disco, cantado por um Lanegan em ótima forma, mistura músicas de épocas diferentes dos Screaming Trees. Inclui músicas dos discos lançados pela Sony (até mesmo o hit Nearly lost you) misturadas a canções da época em que o ST era um grupo independente barulhento e promissor, como Where the twain shall meet. O título foi tirado da letra de Before we arise, música do disco Uncle anesthesia, de 1991. O som do álbum às vezes afoga a voz de Lanegan no meio das guitarras, o que dá um efeito bem interessante a músicas como End of the universe.
E tá aí o disco!
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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