Cultura Pop
Disco ao vivo de 2014 do Jesus and Mary Chain de volta

O melhor a se fazer quando se ouve Live at Barrowland, disco gravado ao vivo pelo Jesus and Mary Chain em novembro de 2014, é fechar os olhos e imaginar como seria se o álbum fosse o resgate de algum show de 1985, época em que a estreia da banda, Psychocandy, foi lançada. Gravado na casa de shows Barrowland Ballroom (ou Barrowlands), em Glasgow, Escócia, o álbum traz o debute de Jim e William Reid na íntegra, muitíssimo bem executado no palco.
O som consegue ser simultaneamente fiel aos arranjos (e às microfonias) originais e ainda assim trazer uma limpeza sonora que ajuda a perceber melhor a beleza de músicas como Taste of Cindy, Just like honey, Taste the floor, In a hole e The living end. O repertório ainda tem Head on, April skies, Some candy talking, o lado B Psychocandy (não lançado no LP original), e a felicidade da plateia, audível entre cada faixa.
Live at Barrowland já é velho de guerra: saiu pela primeira vez no Record Store Day 2015 e depois foi reeditado em vinil duplo: um LP 180g contendo só o repertório de Psychocandy, e mais um EP de dez polegadas com o restante do repertório (Head in, April skies e tudo que não é de Psychocandy). E agora tá de volta. Foi recentemente colocado nas plataformas digitais. Olha aí.
E se você tem uma graninha guardada, se prepara pro rombo: dia 22 de abril sai uma pacoteira que inclui LP em vinil 180g, livro de 14 páginas com fotos da turnê Psychocandy e entrevista com os irmãos Reid feita por Alan McGee. O LP vem nas versões preto e leitoso com respingos vermelho, preto e branco.
O lançamento sai pelo selo Fuzz Club Records, e junto a ele, chega também o relançamento do álbum de 2017 da banda, Damage and joy, que sai também na mesma data com livreto de 16 páginas, som remasterizado por Pete Maher (Rolling Stones, U2, Liam Gallagher, Jack White) e vinil 180g nas opções preto, ultra claro, claro leitoso com respingos vermelhos, azuis e pretos. Você confere os dois produtos no site oficial da banda.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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