Cultura Pop
1985: a new wave fazendo cabeças em Detroit

A documentação do underground e da vida noturna de muitas cidades, daqui do Brasil ou de outros países, está perdida nos arquivos de muitas estações de TV. E nem todo mundo pegou suas coleções de VHS gravados da televisão, ripou e colocou no YouTube. De vez em quando, no entanto, dá para deparar com surpresas como essa aqui: uma materinha de 1985 do talk show Good afternoon Detroit sobre como a cena new wave modificou hábitos, comportamentos e gostos da cidade. Clica aí do lado porque não dá pra incorporar.
Duas coisas notáveis a respeito do vídeo: 1) a new wave já era um estilo um tanto quanto antigo em 1985, época em que o rock já se misturava à música eletrônica e a cena clubber começava a chamar a atenção dos mais antenados; 2) o repórter do programa, Jim Johnston, não viu problemas em realizar a matéria usando oclões escuros, bigodão de Magnum e… camiseta sem mangas, na estileira anos 1980.

A reportagem começa mostrando o quanto Boy George foi importante no sentido de influenciar o visual andrógino de boa parte dos jovens da região naquele período. E entrevista um sujeito que, já naquela época, era quase uma lenda viva do pós-punk local: Stirling, um dos sócios do popular Leland City Club, que está de pé até hoje, e que por aqueles tempos se chamava Liedernacht. Uma das funções de Stirling era arrumar DJs para a casa e fazer uma espécie de curadoria sonora. Outro lugar mostrado na reportagem era o Asylum, uma espécie de meca new wave para a garotada suburbana.
Em outro trecho, aparecem pessoas mostrando que, fora do dia a dia dos clubes e do estilão habitual, eram, hum, gente normal. Tinha a moça de maquiagem forte e aparência de integrante da turma da Lazinha que, de dia, era assistente de dentista. Ou a garota que trabalhava na agência de publicidade do pai, mas mantinha os cabelos na moda new wave (apesar das críticas do velho).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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