Cultura Pop
Crystal Pepsi: treinando os vendedores e funcionários

A Coca-Cola, você deve saber, lançou sua Clear Coke, transparente, em caráter experimental no Japão. E olha só por onde andava a Pepsi, rivalzaça da empresa de cor vermelha, lá por 1992. Ela estava lançando sua Crystal Pepsi, no mesmo estilo (beberagem transparente e com “sabor diferente” da bebida normal).
A ideia de uma “nova experiência com o refri de cola” era algo tão mandatório para a Pepsi que a empresa fez questão de destacar isso num vídeo de treinamento de funcionários. Alguém jogou o vídeo no YouTube. Foram 18 meses e mais de 3 mil tentativas com variações de sabor até chegarem no resultado, que era diferente do da Pepsi comum e não deveria parecer com o que se esperava de uma bebida transparente. E deveria parecer mais refrescante e (na medida do possível para um refri) saudável.
A ideia da Crystal Pepsi veio da cabeça de um sujeito chamado David Novak, CEP da PepsiCo a partir de 1992. Apesar do sucesso inicial, a meta de alcançar 2% do mercado de bebidas dos EUA não foi alcançada e a bebida foi tirada do mercado em 1994. E, que coisa, num papo com o Business Insider em 2015, ele disse que faltou uma coisa básica para que ele conseguisse sucesso com a Crystal Pepsi: quando você é um líder, tem que aprender a escutar o feedback de seus funcionários. Os mesmos que receberam o tal vídeo acima para treinar.
Novak diz que todo mundo que trabalhava na empresa reclamava em seu ouvido que a nova bebida “não tinha gosto de Pepsi”, e ele se recusava a entender isso. “Se você mostrar aos funcionários que ouviu e tratou de suas preocupações, então você deu a eles a oportunidade que precisam para se comprometer”, afirmou. Seja como for, a bebida fez sucesso o suficiente pra volta e meia voltar aos revendedores.
Aproveita e pega aí um dos anúncios mais conhecidos da Crystal Pepsi. Passou no Super Bowl de 1993.
Via Laughing Squid.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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