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Cultura Pop

Algy Ward: 1959-2023

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Algy Ward: 1959-2023

E no último dia 17 de maio, foi embora mais um ex-baixista de uma grande banda inglesa. Menos conhecida que os Smiths, cujo baixista também morreu nos últimos dias, mas não menos brilhante.

Londrino, nascido em 1959, Algy Ward começou a aparecer para o público com a banda australiana The Saints. Não figura em seu maior hit, I’m stranded, porque entrou pouco depois, substituindo Kym Bradshaw. Tocou no segundo e terceiro álbuns, Eternally yours e Prehistoric sounds, ambos lançados em 1978.

No ano seguinte, Ward entrou para o Damned. Lá, além de tocar baixo, foi coautor de todas as músicas próprias do terceiro e um dos melhores álbuns da banda que, em 1976, lançara o primeiro single da onda punk britânica, New rose. Em Machine gun etiquette (1979), o tal terceiro disco, a banda do cantor Dave Vanian, do baterista Rat Scabies e de Capitain Sensible, que havia passado do baixo para a guitarra, finalmente superou a saída do primeiro guitarrista Brian James, compositor solo de quase todo o álbum de estreia, Damned Damned Damned (1977). Para Machine, o grupo produziu clássicos como Plan 9, channel 7, Just can’t be Happy today e Smash it Up, pts. 1 & 2.

Plan 9 tem referência ao filme B de ficção científica de mesmo nome, do então já cultuado diretor Ed Wood. A última abre com uma calma, porém fúnebre, introdução instrumental (a “pt.1”), como um réquiem em homenagem a Marc Bolan, líder do T. Rex, que havia morrido tragicamente em um acidente de automóvel. Bolan, cantor/guitarrista/compositor que era praticamente o T.Rex em si, foi um grande apoiador de The Damned. Levou até a então nova banda para abrir a turnê que seria sua última, em 1977 – chamou o grupo até para tocar Get it on (Bang a gong) com ele no palco.

>> Contamos a história de Smash it up aqui

Com Vanian, Rat e Captain, Ward assinou essas três músicas e outras, mais punk e bem bacanas, como Love song e Melody Lee. Saiu do Damned e integrou o Tank, banda de metal que figurou ao lado de Iron Maiden, Saxon e Diamond Head na chamada New Wave of British Heavy Metal. Gravou alguns dos discos mais conhecidos da banda, em sequência Filth hounds of hades (1982), Power of the hunter (1982), This means war (1983) e Honour & blood (1984).

O anúncio de sua morte não especifica a causa, diz apenas que ele sofria problemas de saúde nos últimos anos.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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