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Cultura Pop

Ace Of Cups: o rock feminino de 1967 que você não conhece

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Ace Of Cups

Pouca gente ouviu falar das meninas do Ace Of Cups. Mary Gannon (voz, baixo), Marla Hunt (voz, teclados), Denise Kaufman (guitarra, gaita, voz), Mary Ellen Simpson (guitarra solo, voz) e Diane Vitalich (bateria) eram uma banda feminina de rock que viveu intensamente a cena de San Francisco, no fim dos anos 1960, e que dividiu palco com nomes como The Band, Jefferson Airplane, The Band, Jimi Hendrix Experience (o guitarrista era fã da banda e chegou a falar bem delas numa matéria da Melody Maker). Em 1968, elas apareceram num programa chamado West Pole, de uma estação local, ao lado de Jefferson Airplane e Grateful Dead. Olha aí (esse material chegou às lojas quando o acervo do West Pole saiu em DVD).

https://www.youtube.com/watch?v=CxvtokjsPMM
O Ace Of Cups chamou bastante a atenção na época, mas não chegou a ser contratado por selo nenhum. As garotas acabaram fazendo vocais em discos do Jefferson (em Volunteers, de 1969, cantaram em The farm e Turn my life down) e de Mike Bloomfield (em algumas músicas de It’s not killing me, também de 1969). Filhos vieram, problemas internos se avolumaram, o machismo da época falou mais alto e o grupo, mesmo deixando algumas faixas gravadas, não chegou a gravar discos. Em 2003, chegou a sair pelo selo Ace Records um CD de ensaios e gravações antigas das garotas, It’s bad for you, buy buy it!. Mas agora é diferente: em comemoração aos 50 anos do “Verão do Amor”, quatro integrantes do quinteto original se reuniram para gravar o primeiro disco de verdade do grupo. O canal local KQED, o mesmo que levava ao ar o programa West pole – que pôs as meninas na TV – fez até um pequeno documentário contando a história da banda e mostrando trechos das gravações. Você assiste aí embaixo.

E enquanto não sai o disco novo delas, esse aí é o álbum de 2003.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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