Cultura Pop
Tommy Stinson (Replacements) volta com projeto country-folk

Tommy Stinson é dono de um currículo monstruosamente enorme e repleto de participações em bandas de peso. Para começar, foi integrante dos Replacements desde o começo ao fim da banda. Depois de alguns trabalhos, se tornou baixista do Guns N Roses – veio ao Brasil com a banda duas vezes e se tornou o baixista mais duradouro na história do grupo, além de ter tido participação ativa no disco Chinese democracy (2008), aquele álbum que o Guns demorou uma década para entregar Tocou também no Soul Asylum. Bem antes até dos Replacements, havia tocado numa banda chamada Tulsa Jacks – banda da qual Bob Mould (Hüsker Dü, Sugar) também fez parte.
O músico retorna agora com o primeiro disco de seu novo-velho projeto, Cowboys In The Campfire, que foi montado há 14 anos com Chip Roberts, tio de sua ex-esposa, numa época em que Tommy se dividia ainda entre Guns e Soul Asylum e morava na Filadélfia. Os fãs dos Replacements e até do Guns vão ter uma surpresa: Wronger (Done To Death Music), a estreia do projeto, é um disco de country e folk, com guitarra slide e dobro, baseado em canções nostálgicas. Destaca o vocal meio dylanesco de Tommy, que dá um tom ácido a músicas meio românticas como Schemes, Fall apart together, Karma’s bitch e Mr Wrong. Tem também Hey man, balada cheia de cordas, lembrando John Lennon, e o country-rock anos 1950 We ain’t. O passado de Chip, músico pouco mais experiente que Tommy, que tocou com artistas como George Thorogood, certamente contou para o resultado.
Num papo com o site Stereogum, Tommy disse que houve um motivo para o disco demorar tanto. “Foi é porque não estávamos realmente planejando transformá-lo em uma coisa completa, até que de repente percebemos que tínhamos mais da metade de um álbum”, contou. O disco começou a tomar forma em 2020/2021, saiu há pouco e se mostra um projeto bem mais portátil, fácil de ser levado para apresentações.
Bem diferente, claro, do Guns N Roses, que sempre foi um verdadeiro circo e, diz Tommy, foi um grande aprendizado para ele, já que precisou que ele aprendesse a trabalhar com várias pessoas vindas de várias experiências – entre os anos 1990 e 2000, o Guns teve uma formação variada que incluiu gente como Robin Finck (Nine Inch Nails) e Josh Freese (hoje no Foo Fighters).
Surpresa: Stinson considera Axl Rose um grande produtor, até por ter juntado pedaços de músicas feitos por vários integrantes em canções de Chinese democracy. “Ele gostou do que todos nós trouxemos para a mesa e encontrou uma maneira de fazer algo como: ‘Ok, eu gosto dessa parte aqui. Eu tenho uma melodia vocal aqui, mas ela precisa sair. Talvez Tommy tente algo assim, ou Paul (Tobias, ex-guitarrista)“, contou ao Stereogum.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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