Cultura Pop
The Lucie Arnaz Show: a sitcom da filha de Lucille Ball e Desi Arnaz

Em 2016, o jornal americano Cape Cod Times entrevistou ninguém menos que Lucie Arnaz, filha de Lucille Ball e Desi Arnaz (já viu Being the Ricardos, sobre a vida do casal, no Amazon Prime?), nomões da cultura pop e da história da televisão nos Estados Unidos. Atriz e cantora revelada pelo programa de seus pais (e pela orquestra do experiente Desi, popularíssima nos EUA), ela acabou passando para o outro lado das câmeras e virou executiva e produtora.
No tal papo, ela chegou a dizer que poderia ter tido várias outras carreiras: “Diretora, escritora, decoradora, professora, apresentadora de talk show…”, contou. Só reclamou de ter que, a todo momento, desempenhar o mesmo papel: a de filha de pais famosos que estava eternamente condenada a ter que responder perguntas a respeito deles em todas as entrevistas, mesmo que ela já tenha feito diversas outras coisas. Ok, I love Lucy é o tipo da série de TV que nunca ninguém esqueceu (nem mesmo no Brasil: foi exibida durante vários anos pelo SBT, com um dublagem que abrasileirava roteiros e colocava personagens como Hebe Camargo e Pelé nos diálogos). Mas dá para entender a aporrinhação. “Acho que nunca fiz uma única entrevista em que não me fizessem mais perguntas sobre meus pais do que sobre mim. Seria bom que isso acontecesse algum dia. Ei, talvez tenha acabado?”, brincou.
O que muita gente talvez mal lembre é que Lucie teve uma pequena (muito pequena, aliás) tentativa de sitcom em 1985. The Lucie Arnaz show teve só uma única temporada, com seis episódios, exibidos pela CBS.
Na sitcom, Lucie interpretava uma psicóloga, Jane Lucas, que respondia perguntas num programa de rádio e numa coluna em revista. Não era uma ideia super original: o plot era a adaptação de uma série britânica, Agony, que foi exibida entre 1979 e 1981 e tinha Maureen Lipman no papel principal (a personagem tinha o mesmo nome). No caso da série de Lucie, o elenco ainda tinha nomes como Bill Nighy, Rosalind Ayres, Miranda Richardson e Phyllida Law – todos interpretando personagens bastante excêntricos e que muito ajudavam a dra. Jane quando não atrapalhavam.
Segundo o tumblr Paper Moon Loves Lucy, Lucie não estava muito contente com o fato de ter seu nome na série – afinal, ela interpretava uma personagem, que era de fato a estrela do programa. Mas a CBS insistiu, até porque os executivos da estação achavam que o nome Agony era curto demais. O show estreou numa terça (Lucy show era uma atração de segunda-feira, só para constar) e atraiu 20% dos telespectadores. Na sequência, os outros episódios não chegaram a atrair muita gente e a CBS desistiu do programa.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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