Cultura Pop
Quatro discos (pouco conhecidos no Brasil) que Renato Russo adorava

Em várias entrevistas, Renato Russo – que completaria 57 anos hoje – sempre fez questão de citar artistas que o influenciaram, ou que influenciaram a galera do rock de Brasília de modo geral. Alguns deles não são nada conhecidos no Brasil, ou até tiveram discos lançados aqui que passaram em branco. Olha só os quatro discos e grupos abaixo:
“ALICE’S RESTAURANT” – ARLO GUTHRIE (1967). Inspiração para o filme “Alice’s restaurant”, comédia dirigida por Arthur Penn com o próprio Arlo no papel principal, o primeiro disco do filho do cantor de protesto Woody Guthrie conseguiu estourar um hit bastante inusitado: o talking blues “Alice’s restaurant massacre”, de mais de 18 minutos, que falava sobre o dia em que Arlo e dois amigos foram presos por jogar lixo em local inapropriado, e também sobre sua liberação de uma convocação para a Guerra do Vietnã por causa da tal prisão. Renato adorava e André X, baixista da Plebe Rude, lembra de ter se inspirado nessa música para escrever a parte falada de “Vote em branco”.
“AMERICAN BEAUTY” – GRATEFUL DEAD (1970). Renato costumava falar que “não entendia como as pessoas não conheciam esse disco no Brasil” (tem essa frase no livro “Dias de luta”, do jornalista Ricardo Alexandre). Nem mesmo o sucesso do filme “Beleza americana” serviu para fazer com que esse clássico fosse redescoberto no Brasil, e é o disco de canções clássicas da banda, como “Box of rain”, “Friend of the devil” e “Truckin'”, além da emocionante “Attics of my life”.
https://www.youtube.com/watch?v=-voC5IrYeAA
“COLOSSAL YOUTH” – YOUNG MARBLE GIANTS (1980). O som desse trio do País de Gales lembra uma mistura bizarra de pós-punk, folk e trilhas de videogames (o grupo usava voz, baixo, teclados e uns barulhinhos programados à guisa de percussão, e só). Kurt Cobain e Courtney Love também eram fãs, e “Colossal youth”, único disco deles, aparece até numa lista de “50 discos preferidos do Nirvana“. “L’age d’or”, música do disco “Legião Urbana V” (1991), por sinal, fala em “lá vem os jovens gigantes de mármore”. Não é à toa.
“WAITING FOR A MIRACLE” – THE COMSAT ANGELS (1980). Na década de 1980, por intercâmbio entre roqueiros, não houve músico da turma de Renato Russo que não fosse influenciado por esse grupo de Sheffield, Inglaterra. Ganha um doce quem adivinhar que música da Legião foi inspirada em “Independence day”, hit do Comsat Angels. É só ouvir a introdução.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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