Cultura Pop
Pirateiro faz rádio britânica tocar canção sobre punheta

Em 1978, um ator, jornalista e comediante britânico chamado Doc Cox, conhecido também pelo pseudônimo de Ivor Biggun, lançou uma música chamada Winker’s song, que não faria feio naquela lista de forrós sacanas que a gente publicou outro dia – quer dizer, se ela por acaso fosse um forró.
Lançado no compacto que tem a capa ao lado, a música saiu creditada a Ivor Biggun & Red Nosed Burglars. E foi um dos primeiros lançamentos do selo Beggar’s Banquet. A zoação já começava no “misprint” (erro de impressão) da capa, já que “winker” soa como “wanker” (punheteiro). Se você nunca ouviu esse clássico, tá aí a chance. E saiba que Johnny Rotten, vocalista dos Sex Pistols, gostava MUITO dessa música. A incluiu até na categoria de compactos-que-você-tem-que-comprar, quando foi convidado a resenhar umas músicas para o New Musical Express.
https://www.youtube.com/watch?v=l4iItGNCHsw
Bom, a novidade é que a estação de rádio britânica Mansfield 103.2, de Nottinghamshire, está passando por um baita perrengue. desde que um pirateiro decidiu trollar a emissora pelas ondas aéreas, fazendo com que ela toque Winker’s song (que repete a palavra “wanker”, ou “winker”, TRINTA E SEIS VEZES!). O cara entra nas transmissões da rádio e simplesmente deixa rolar a música, e quem ouve a estação acaba sendo obrigado a escutá-la. Só durante os últimos trinta dias, já foram oito vezes (uma delas durante uma cobertura ao vivo). Uma empresa chamada Ofcom está procurando o culpado. Que, suspeita-se, está usando um transmissor de pequeno porte para a pirataria. Se a pessoa for achada, pode encarar dois anos de prisão e uma multa monstruosa.
Tony Delahunty, diretor-gerente da Mansfield, falou à BBC Radio 4 que a canção sobre punheta já está começando a ser cantada pelos filhos dos ouvintes. “Recebemos ligações de pessoas que acharam isso hilário. Mas outros ficaram muito preocupados, até nossos concorrentes. Muita gente na indústria está horrorizada coim a dificuldade de impedir essa pirataria”.
(via NME).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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