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Cultura Pop

Girls With Attitude: as Shaggs do novo milênio estão de volta

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Girls With Attitude: as Shaggs do novo milênio estão de volta

Você lembra do grupo de rap Niggaz Wit Attitudes, o NWA? E as Girls With Attitude, já ouvu falar?

Bom, as GWA (sim, elas usam a sigla) foram um (ao que consta) grupo formado por meninas pré-adolescentes do Canadá na década passada. Você pode nunca ter ouvido falar dessas garotas. Mas o Girls With Attitude, uma espécie de The Shaggs da geração do milênio, foi citado até numa matéria nariz-torcido da Time sobre como o universo da música digital andava vergonhoso.

Girls With Attitude: as Shaggs do novo milênio estão de volta

Em 2001, a revista publicava um texto dizendo que Nothing in my dreams, único disco delas, consistia basicamente de “uma garota pré-adolescente desafinando numa letra sobre filhotes, usando uma backing track da Casio que ocupava todo o disco”. Apesar disso, o EPzinho chegou a ficar em primeiro lugar no saudoso site MP3.com, fonte de artistas novos – incluídas aí várias tranqueiras inomináveis – na aurora da música digital.

Olha aí o disquinho. Alguém jogou no YouTube.

A novidade é que Nothing in my dreams, um EP de cinco faixas que mal ganhou edição em CD, chegou há pouco ao (pode acreditar) universo do vinil. O selo americano One Kind Favor, responsável por reedições bizarríssimas, bancou um relançamento do disquinho em formato lathe cut – espécie de edição cult feita em plástico acrílico, prensada em máquinas antigas.

“Opa, adoro discos estranhos, vou comprar o das GWA”, você pode estar dizendo. Calma: para um disco esquisito, um lançamento esquisito. Nothing in my dreams ganhou apenas 27 (!) cópias. Todas já têm dono. O selo oferece o download digital do álbum “de grátis”. Só pegar aqui. Aí em cima, você ouve as músicas.

Um presente só para quem chegou até aqui e escutou o disco das meninas: um vídeo mostrando como são feitos os discos lathe cut. De nada.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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