Cultura Pop
Gay Bob: o action figure que saiu do armário

“É mais uma evidência do desespero que a campanha homossexual alcançou para impor o estilo de vida homossexual, que é um estilo de morte, a todo o povo americano”. O site Atlas Obscura recorda que há 40 anos, esse rapaz aí de cima foi recebido dessa maneira por um grupo chamado Protect America’s Children. Gay Bob, o nome dele, era o primeiro action figure gay lançado no mundo, pelo que se tem notícias.

O criador, Harvey Rosenberg, advertia aos jornais que se tratava de uma mistura de Paul Newman e Robert Redford. Como acontecia com o popularíssimo Falcon, ele podia ser colocado em qualquer posição. E era – as propagandas juravam – “anatomicamente correto”.

Rosenberg, aliás, tinha, como criador do produto, uma postura bem avançadinha. Num papo com o Gadsen Times, afirmava que o boneco poderia ajudar pessoas a saírem do armário. “Não há o menor problema se você é gay ou não”, conta. “Os homens têm que se liberar dos papeis sexuais normais”. Num manifesto “assinado” pelo boneco, havia o seguinte trecho: “Pessoas que não têm vergonha do que são, são mais amáveis e gentis. Não é fácil ser honesto sobre o que você é – na verdade, é preciso muita coragem … Mas lembre-se: se Gay Bob teve a coragem de sair do armário, você também pode”.

Curiosamente, a caixa na qual vinha Gay Bob tinha o formato de um armário. E a empresa que cuidava dos negócios ligados ao brinquedo se chamava Out Of The Closet, Inc.

Harvey Rosenberg, que não era gay e havia criado o boneco logo após sofrer com o fim do casamento e com a doença da mãe, logrou sucesso com a história: 2 mil armarinhos foram vendidos de cara, e ele ainda criou uma família para Bob, que incluía os irmãos Marty Macho, Eddie Executivo, Al Ansioso e Steve, e as irmãs Fashionable Fran, Liberated Libby e Nelly Nelly.
Infos do Atlas Obscura e do Queerty.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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