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Cultura Pop

Dois itens brasileiros entre as maiores raridades dos Smiths

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Dois itens brasileiros entre as maiores raridades dos Smiths

Dois itens brasileiros entre as maiores raridades dos Smiths

Em fevereiro de 2014, a revista Record Collector fez uma reportagem de capa com um Top 100 de grandes raridades dos Smiths. A lista inclui de itens realmente bacanas a coisas bem loucas, incluindo muita coisa que só saiu em edições especiais para revistas. Ou edições com erros no desenho da capa, ou na impressão dos nomes das músicas. O item mais raro na época (valendo 2 mil libras), segundo a publicação, é a capa em “negativo” do relançamento do single Hand in glove, de 1987. Por um alegado erro de impressão, a foto do ator George O’Mara pelado, que aparecia na capa do compacto, ficou com cores invertidas.

Se você quiser ver todas as raridades, alguém scanneou a revista e espalhou todas as raridades por aqui. A curiosidade é que tinha dois itens brasileiros entre elas. Olha aí.

Dois itens brasileiros entre as maiores raridades dos Smiths

“PANIC” EM FITA CASSETE: Como os Smiths estavam indo bem no Brasil e já rolavam em rádios de perfil mais pop, a WEA ocasionalmente lançava singles da banda por aqui. Era em formato disco-mix, no tamanho de um LP, o que às vezes fazia com que lojas cobrassem o preço de um álbum cheio por um disquinho de duas ou três faixas. Panic, com Vicar in a tutu e o pouco conhecido instrumental The draize train no lado B – e uma foto do ator Richard Bradford na capa – ganhou edição em cassette (com três faixas!) no Brasil. Valia 30 libras na época, hoje (diz o Discogs) chega bem a 32.

Dois itens brasileiros entre as maiores raridades dos Smiths

FLEXIDISC DA BIZZ: Lançado encartado na edição de março de 1986 da revista Bizz, esse flexidisc trazia Still ill, na versão do primeiro disco da banda, The Smiths, de 1984 – tem uma outra versão, feita no programa do DJ John Peel em 1983, publicada na coletânea Hatfull of hollow. A música aparece apenas no lado A do disco. No lado B, surge impressa a letra da canção em inglês e português. Na época, valia uma média de 30 libras.

Pauta roubada de Luciano Branco.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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