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Doce Maravilha: ingressos do festival à venda a partir desta terça

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Doce Maravilha: ingressos do festival à venda a partir desta terça

Está rolando a partir desta terça (16) a venda de ingressos para o festival Doce Maravilha, cujo line up tem curadoria de Nelson Motta e cuja primeira edição acontece nos dias 12 e 13 de agosto na Marina da Glória (Rio de Janeiro). O evento trará entre as atrações Marcelo D2 cantando as músicas do disco À procura da batida perfeita (2003), Orquestra Imperial tocando Rita Lee, Caetano Veloso celebrando os 50 anos do disco Transa e Gilberto Gil (visto acima em foto de Douglas Fischer) dividindo o palco com Baiana System. No total, são 28 artistas para mais de 22 apresentações. As vendas acontecem no site Eventim e na bilheteria credenciada. Preços: inteira a R$ 300, meia-entrada a R$ 150 e ingresso social a R$ 195.

A realização do Doce Maravilha é da Bonus Track, empresa de Luiz Oscar e Luiz Guilherme Niemeyer. Atuando junto com Nelson Motta na programação está a MangoLab, laboratório cultural e vitrine artística que atua junto a novos nomes da música brasileira. Serão dois palcos com capacidade para receber 15 mil pessoas por dia. Nelson Motta, em comunicado do evento, diz que o festival trará “homenagens a discos históricos, parcerias inéditas e apresentações exclusivas”.

Dia 12 de agosto
Gil Baiana (Gilberto Gil & Baiana System)
Anavitoria & Rubel
Margareth Menezes & Luedji Luna
Adriana Calcanhotto & Rodrigo Amarante
Furacão 2000
Millos Kaiser
Los Sebosos Postizos toca: Jorge Ben Jor
Os Garotin
DOT
DJ Tamy
MangoLab DJ Set
+ 1 show a ser revelado

Dia 13 de agosto
Caetano Veloso celebra 50 anos de Transa
João Gomes convida Vanessa da Mata
Liniker & Pericles
Marcelo D2 canta: A Procura da Batida Perfeita
Orquestra Imperial toca: Rita Lee
Michael Sullivan canta: Xuxa & Tim Maia
DJ Ingrid
Tamempi
MangoLab DJ Set
+ 1 show a ser revelado

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Rockarioca encerra o ano comemorando aniversário e unindo Canto Cego e Mote Combinado

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No sexto e último Rockarioca Convida do ano, é tempo de celebrar. Enquanto o movimento Rockarioca comemora 3 anos e o La Esquina faz 12 anos (em janeiro), em 2023 a banda Canto Cego chegou aos 10 anos com a mesma formação. Do Complexo da Maré ao Festival de Montreux na Suíça tem chão – e 3 álbuns: Valente (2016), Karma (2019) e Canto Cego (2023). E abrindo a noite no La Esquina (Av Mem de Sá, 61 – Lapa), teremos Mote Combinado, quinteto de Niterói que mistura estilos diferentes com personalidade, com vocal feminino afiado em canções potentes. O evento é hoje, quinta (21), no La Esquina, das 19h30 às 23h.

CANTO CEGO
“No ano de 2023, a banda carioca Canto Cego comemora 10 anos da mesma formação – com Roberta Dittz nos vocais, Ruth Rosa na bateria, Rodrigo Solidade na guitarra, e Magrão no baixo. Lançando um novo álbum comemorativo, o grupo revive seus anos de resistência no rock carioca apresentando as músicas do novo álbum e destaques da sua trajetória.

Com o foco sobre o rock e a poesia a banda amplia a conexão entre público e palco em suas performances. No show que passeia entre diferentes atmosferas, gradativamente, poesias recitadas, músicas autorais e releituras de compositores nacionais apresentam a banda para o público.”

MOTE COMBINADO
“Formada no interior do Rio de Janeiro, a partir do encontro entre as composições de Caio Rodrigues e a voz de Larissa Moraes, a Mote Combinado nasceu da proposta de fazer música com atitude política e liberdade de criação.

Com Bill Dias assumindo as baquetas, o trio se radicou na cidade de Niterói/RJ, adicionou 2 membros e começou a dar corpo a um som que transa sua essência rockeira com influências improváveis. A banda lançou seu primeiro trabalho de estúdio em 2016, o EP Poco de lá, cado de cá e, nos anos seguintes, passou pelos principais palcos e festivais do cenário independente do estado.

Após uma pausa e várias formações, Larissa, Caio e Bill voltam com novos integrantes e singles em 2023. Os primeiros Ode e Amanhecer, receberam elogios de crítica e público. Nesses novos trabalhos, a Mote segue fiel à essência refletida em seu nome, combinando estilos e seguindo uma bússola eclética sem norte em rótulos ou algoritmos.

SERVIÇO
– Evento: Rockarioca Convida #6
– Shows: Mote Combinado (20h30) + Canto Cego (21h30)
– Quando: Quinta-feira 21 de dezembro – das 19h30 às 23h
– Onde: La Esquina (Av Mem de Sá, 61 – Lapa/RJ)
– Ingressos: R$30 no dia / R$20 adiantado no Sympla:

Foto (Canto Cego): Paulo Barros/Divulgação.

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Bê e os Sadmen: pós-punk mineiro estreia com show e disco em BH

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No dia 26 de novembro (domingo), vai rolar o lançamento do trabalho solo de Adriano Bê, mais conhecido pelo seu trabalho como vocalista da banda mineira de pós-punk Drowned Men (que já foi dica do nosso podcast Pop Fantasma Documento, certa vez). Bê volta acompanhado pela banda Os Sadmen (Kim Gomes, guitarra; Lucas Gomes, baixo; Ricardo Yuki, bateria, além da participação de Marcelo França nos teclados) em show na Casa Matriz, lá em Belo Horizonte (Av. Álvares Cabral, 400, Centro, BH/MG, às 16h, ingressos a R$ 25 no Sympla e R$ na portaria).

No show, Bê e sua banda lançam o álbum Eu ainda estou vivo, unindo músicas em português e inglês, e ecos de bandas como Echo & The Bunnymen e Joy Division. O disco sai pelo selo Plainsong Records, selo especialista em bandas de pós-punk e gótico. Entre as faixas, Dreaming, Going nowhere e Pessoas me dão medo, além do protesto de De volta à idade média (“a inquisição está à solta, é nova caça às bruxas/por falsos moralistas/por falsos puritanos”, lembrando o clima de bandas nacionais como Finis Africae, só que bem mais sombrio).

O Pop Fantasma tá dando apoio pro show (ao lado da própria Plainsong) e recomenda MUITO que você vá, caso esteja lá por BH. Além de Bê, tem abertura com Os Silvas (The Smiths Experience), discotecagem de Carol Cirilo e exposição de Tatiana Caju, fotógrafa da capa do álbum de Bê. Eu ainda estou vivo você ouve aí.

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Flores Astrais: show-tributo a Secos & Molhados em Niterói na sexta (6)

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Flores Astrais: show-tributo a Secos & Molhados em Niterói na sexta (6)

No aniversário de 50 anos do álbum de estreia do Secos & Molhados, Danilo Fiani (voz), Luiz Lopez (voz, piano, violão), Mario Vitor (voz, guitarra, violão), Alan James (baixo) e Rike Frainer (bateria) uniram-se para fazer um espetáculo em homenagem ao grupo e seu cinquentenário. Eles formam o grupo Flores Astrais, que toca pela primeira vez em Niterói nesta sexta-feira (6), no Theatro Municipal de Niterói.

O repertório do show inclui boa parte dos sucessos de Ney Matogrosso, João Ricardo e Gerson Conrad (trio que formou a banda em seus primeiros anos), como Flores astrais, Sangue latino, O vira, Rosa de Hiroshima e outros. O grupo já tocou em lugares como o Teatro Rival (no Rio) e o Teatro das Artes (em SP), e todos têm projetos individuais, além de carreiras solo – Alan James acaba de lançar um single solo, Luiz Lopes tem álbuns solo e toca com Rike Frainer na banda Os Erasmos, que revisita o repertório de Erasmo Carlos (os dois tocaram também na banda do Tremendão). No palco, durante o show, Luiz, Danilo e Mario surgem maquiados como o Secos & Molhados nos anos 1970

SERVIÇO:
Theatro Municipal de Niterói
Única apresentação, sexta-feira, dia 6 de outubro às 20 horas
Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro, Niterói
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
Classificação: livre
Informações (21) 3628-6908
Link de vendas: Sympla

Foto: Divulgação

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