Cultura Pop
Daqui a pouco tem aniversário de Rock Swings, disco de Paul Anka

Pelo menos de acordo com uma reportagem do Macleans, Paul Anka era um sujeito bem milionário lá por 2005: eram 127 álbuns, mais de 60 milhões de discos vendidos, a posição de único artista a ter atingido o Top 50 da Billboard por cinco vezes consecutivas. E vinha retornando à fama gradativamente desde os anos 1990, embora não fosse um nome tão conhecido assim entre gerações mais novas. Surgiu então uma ideia que, mais do que manter o cantor canadense como assunto da mídia por uns tempos, ainda por cima vendeu horrores: era o disco Rock swings, lançado em 31 de maio de 2005 no Canadá, e em 7 de junho nos Estados Unidos (opa, o aniversário tá vindo aí).
O disco novo de Anka trazia versões big band para sucessos do pop e do rock, de bandas e artistas como Michael Jackson (The way you make me feel), Van Halen (Jump), Soundgarden (Black hole sun), The Cure (Lovecats) e… Nirvana (Smells like teen spirit). Trazia também nada menos que It’s my life, do Bon Jovi, que fazia referência à letra de My way, cantada por Frank Sinatra. E, hum, essa letra – versão de uma canção francesa – tinha sido escrita originalmente pelo próprio Paul Anka.
A versão de Jump, do Van Halen, manteve o riff original e é uma das melhores do disco.
No tal papo do Macleans, Anka deixou claro que sabia que o disco era meio brega, mas falou que nem de longe o álbum era uma piadinha – de fato, nada ali parece caricatura, e os arranjos dão uma cara diferente até mesmo a canções que todo mundo ja escutou 500 vezes, como Everybody hurts, do R.E.M. Muita gente estava tecendo comparações com um outro clássico do metal cromado e reimaginado, In a metal mood: No more Mr. Nice Guy, que havia sido lançado por Pat Boone em 1997. Ambos, Boone e Anka, haviam sido concorrentes em tempos idos e pareciam mais perdidos que cebola em salada de frutas, mas de fato, o album de Pat parecia uma brincadeira que saiu do controle. Precavido, Anka dizia ao Macleans: “Isso não é Pat Boone fazendo heavy metal, não é um novelty record“, reclamou.
(ah, falamos certa vez do disco de Pat Boone aqui)
O disco foi feito, na verdade, após uma ideia de investidores alemães, e a ideia de Anka foi fugir do songbook típico americano e cair dentro do rock e do pop dos anos 1980 e 1990. Rolaram duas desistências sérias no disco: o cantor desistiu de gravar One, do U2, porque achou que ia ficar tudo monótono demais, e largou de lado Billie Jean, de Michael Jackson, porque não conseguia cantar a letra sem rir. De resto, é o que você ouve aí.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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