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Aquela época em que se comprava cogumelos psicodélicos nas ruas do Japão

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Aquela época em que se comprava cogumelos psicodélicos nas ruas do Japão

Por algum motivo qualquer, o Japão, país que tem poucos pruridos em relação a tabaco e álcool mas é bastante rigoroso em relação a outras drogas, deixou que os cogumelos psicodélicos fossem comprados legalmente por lá até junho de 2002. Era possível achar até camelôs vendendo os cogumelinhos na rua, em embalagens em que se lia coisas como “olhe mas não coma” – logicamente ninguém obedecia essa ordem.

Um texto do site Stippy recorda que, para ter uma ideia da política do país quanto a drogas, é só lembrar a resenha que deu a prisão de Paul McCartney com 219 gramas de maconha em 1980. Seja como for, o uso de psilocibina era toleraodo a ponto de, pouco antes da legalidade acabar, várias lojas que vendiam o produto penduraram cartazes avisando aos clientes que eles tinham até 6 de junho de 2002 para estocar o maior número de cogumelos possível.

A BBC anunciou assim a proibição: “O Japão está planejando proibir o uso de cogumelos mágicos, fechando uma lacuna legal que permitiu aos usuários relativa liberdade em um país famoso por suas rigorosas leis sobre drogas”, escreveram, acrescentando que sete anos de cana esperavam quem fosse pego com cogumelos. Ao que constava, o Ministério da Saúde andava alarmado com o fato de 38 pessoas terem sido hospitalizadas com overdose causada pelos fungos em 2000 – contra apenas uma pessoa em 1997.

E essa longa introdução é só para mostrar esse vídeo que um sujeito fez no Japão em 1997, mostrando uma banquinha vendendo cogumelos na rua (!).

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Terror na TV de circuito fechado

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Não temos a mínima ideia de se algum leitor ou leitora do POP FANTASMA se interessa por assuntos tão sui generis quanto eletrônica. Não música eletrônica, eletrônica mesmo – o hábito de ler sobre o assunto, construir pequenos (e grandes) aparelhos, dar um trato na televisão da sala e até fazer pequenas estripulias, como construir sozinho (a) um esquema de televisão de circuito fechado para o seu escritório.

O assunto tinha uma legião de fãs nos anos 1970 aqui no Brasil, por sinal: anos antes do movimento punk se apropriar da frase “faça você mesmo”, as bancas de jornal eram invadidas por revistas no estilo Saber Eletrônica, “monte você mesmo seu aparelho de som” e outras parecidas. Milhares de neófitos (as) no assunto investiram uma graninha em equipamentos e começaram a fazer consertos – por sinal, teve início também uma longa temporada de aparelhos explodindo.

Essa longa introdução é só para apresentar uma TV de circuito fechado que, após umas pequenas reformas feitas por um sujeito que possivelmente não entendia muita coisa de eletrônica, passou a fazer barulhos que poderiam estar num filme de terror. E também passou a apresentar imagens aterrorizantes. Curta aí (ou não).

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Via Boing Boing

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Deftones: união de pós-punk, reggae e The Cure (!) no começo, em 1992

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Deftones: união de pós-punk, reggae e The Cure (!) no começo, em 1992

Um passado dos Deftones que pouca gente se recorda, é que a banda surgiu em 1988, no finzinho da onda new wave, e que dentre as primeiras influências do grupo estavam o heavy metal da época, hip hop, hardcore e também bandas como The Cure e Duran Duran, que o cantor Chino Moreno adorava. Obviamente isso foi bem antes de integrantes da banda começarem a dizer coisas como “a Terra é plana”.

Na época, era complicado unir todos esses tipos de som e, mais ainda, fazer com que as gravadoras ouvissem – até porque o fim da década serviria para angariar atenções para o hard rock formal e as grandes misturas musicais surgiriam de vez nas paradas durante os anos 1990.

Já em 1992, o Deftones ainda era uma tentativa vinda de Sacramento (Califórnia), com integrantes pós-adolescentes e influências de pós-punk e reggae, além de um certo design musical que lembrava um The Cure mais pesado. Era a fonte dos vocais de Chino Moreno na época, ao que parece, embora alguns fãs apostem em Morrissey e o próprio Chino tenha citado o ex-cantor dos Smiths em entrevistas.

Olha só eles aí aparecendo naquele ano num programa de TV a cabo de Sacramento, o Sacre Active Rock. No começo, John Taylor (bateria), o saudoso Chi Cheng (baixo), Chino Moreno (voz) e Stephen Carpenter (guitarra) são mostrados pela apresentadora e começam uma pequena discussão por conta da pergunta “de onde vem o nome da banda?”.

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Chino diz que o nome surgiu quando ele estava “em casa”, e começa a apertar a barriga de Stephen. Só que John reclama e diz que ele mesmo deu o nome. Chi, descendente de chineses, diz que “Deftones é um nome chinês!” e encerra a resposta. Aliás, a banda passa boa parte do tempo avacalhando as perguntas (sobre as inspirações das músicas, sobre quem faz as canções, sobre as demo tapes do grupo)

A lista das músicas apresentadas pela banda: Like Linus, Hogburg hop, Plastic, Slinky e Answers. Outra coisa interessante é o tema de abertura do programa: Pigs in zen, do Jane’s Addiction.

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VÍDEO: Zé Menezes, um dos primeiros guitarristas do Brasil, em entrevista

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Um dos primeiros guitarristas do Brasil (vários músicos lembram terem visto uma guitarra pela primeira vez na vida na mão dele), Zé Menezes (1921-2014) completaria cem anos de idade nesta segunda (6). Ele começou tocando profissionalmente no Ceará, onde nasceu. Passou a tocar nas rádios cariocas nos 1940, começou a gravar discos com seu grupo na década seguinte, dividiu palcos e estúdios com nomes como Radamés Gnatalli e Djalma Ferreira, e tocou nos primeiros discos de ninguém menos que Roberto Carlos. Chegou a participar de um especial do Rei nos anos 1970, e foi elogiado por Roberto por sua destreza em vários instrumentos e seus dedos ágeis. Uma de suas guitarras era um Gibson, dada a ele de presente pelo próprio guitarrista Les Paul.

Outro projeto bastante famoso que Menezes montou foi o grupo Os Velhinhos Transviados,que gravou vários LPs nos anos 1960, relendo de tudo um pouco: bossa nova, Jorge Ben, Beatles e demais sucessos internacionais. Também tocou na Orquestra da Rede Globo. Em 1976, compôs seu maior sucesso: o Tema dos Trapalhões, ouvido todos os domingos às 19h durante os vários anos que o programa durou. Participou até de um concurso na emissora para isso. Por acaso, outro dia Zé foi citado aqui mesmo no POP FANTASMA, por causa de um disco bem curioso que produziu nos anos 1980 – o único LP de um misterioso cantor chamado Galã, Raízes brasileiras, sobre o qual não há informação alguma na internet.

Bom, essa introdução é só para avisar que lembrando os cem anos de Zé Menezes, e recordando o nosso livro Heróis da guitarra brasileira (Ed. Vitale), eu e Leandro Souto Maior tiramos da gaveta aquela que foi a última entrevista gravada de Menezes e fizemos um vídeo, em que também conversamos um pouco sobre a importância dele para a música brasileira, e para a guitarra no Brasil. Outros vídeos virão.

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