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HiPac: um tipo de fita que só existiu no Japão e não durou muito

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HiPac: um tipo de fita que só existiu no Japão e não durou muito

O canal de vídeos Techmoan achou um aparelho fabricado no Japão que, mais do que tocar um formato que ninguém conhece direito, ainda estava sendo vendido num site de usados como “máquina de karaokê”. Não é bem assim: o tal aparelho consegue tocar quatro fitinhas em formato HiPac.

Bom, o tal do formato HiPac só foi vendido mesmo no Japão, a partir de 1971, e tinha sido um lançamento da Pioneer. Era algo diferente, em termos de formato, da fita K7 normal e do 8-track, e surgiu no mercado assim que o PlayTape, um outro tipo de fitinha, foi descontinuado.  Segundo um número de 1973 da Billboard, o mercado de aparelhos de fitas para carros ficou bastante aquecido depois do Tokyo International Motor Show, em 1972. E depois do crescimento da economia japonesa após 1971, a turma saiu comprando tudo o que viu pela frente, inclusive carros.

“Com o tamanho de um maço de cigarros sem filtro, o cartucho HiPac mostrou-se o ideal para aparelhos estéreo de 4 canais, já que pode tocar por 60 minutos, na velocidade de 1 7/8 polegadas por segundo”, diz o texto. Mas mesmo o HiPac não durou muito, já que a fita K7 virou mesmo o formato mais querido de fitinha ao redor do mundo. De qualquer jeito, empresas como Hitachi e Sharp também investiram no modelo.

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Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Som

Fizeram um vinil com a trilha do Windows 95

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Fizeram um vinil com a trilha do Windows 95

Já que andou aparecendo até gente relembrando o bug do milênio por causa da queda geral no WhatsApp, Facebook e Instagram, nada melhor (melhor?) do que recordar o Windows 95 e os sons que o sistema fazia quando era acessado. E para acompanhar a onda de nostalgia, um usuário do Reddit chamado LegbootLegit resolveu criar por conta própria um disco de vinil com as trilhas sonoras do Windows 95.

Fizeram um vinil com a trilha do Windows 95

Bom, o cara não mandou fazer um single com as músicas (a trilha, no total, dura 20 segundos). Mandou fazer logo um disco em formato LP com todas elas, e com as mesmas faixas nos lados A e B. No Imgur, além das fotos, tem ainda um vídeo mostrando o vinil sendo executado. No Reddit, tem uma turma perguntando se o cara fez isso por amor à obra de Brian Eno  – que  compôs a trilha de abertura do Windows 95 (por sinal fez a música usando um Mac, como admitiu nesse papo aqui). Uma outra pessoa fez uma observação interessante: se o disco tiver 4 rotações por minuto, são dez minutos de música (não tem, são 33 rpm).

O tal cara garante que o disco funciona bem, apesar de ter sido feito o mais artesanalmente possível. “Eu projetei este disco de vinil e a capa, e então alguém os produziu para mim usando um torno. Eu estava preocupado que o som fosse fraco ou que alguns players pudessem ter problemas para tocá-lo com base no que li online sobre discos torneados, mas testei ontem à noite e parecia muito bom!”, garantiu num dos comentários.

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Via Techbuzz.

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Lembrando o bug do milênio

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Lembrando o bug do milênio

O termo “bug” era bem anterior ao chamado “bug do milênio”, anunciado com força lá pelo ano 2000 – Thomas Edison já usava a expressão em 1876 para falar de dificuldades e problemas nos experimentos que ele fazia. Em 1945, uma turma mexia nas partes internas de um computador e achou uma mariposa morta (!) lá dentro, o que popularizou a expressão (já que se tratava de um inseto).

Estava tudo bem, só que bem depois disso, uma turma enorme acreditou que, ao virar do ano 1999 para o 2000, as máquinas seriam desconfiguradas porque o sistema iria ler o ano 2000 (abreviado para 00), como 1900. E por causa disso, tudo voltaria cem anos no tempo. A desgraceira que muita gente previa mexeria com o sistema bancário, com a receita federal, com o judiciário e com tudo o que você pudesse imaginar – até mesmo com o funcionamento de aviões. Bobagem ou não, até mesmo o presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, decidiu fazer um pronunciamento sobre o assunto.

Bom, aproveitando que deu uma baita merda em várias redes sociais que todo mundo usa diariamente, resolvi dividir com todo mundo uns vídeos que eu estava vendo aqui, relembrando o bug do milênio.  Até mesmo o Jornal Nacional tratou do assunto e disse que “os computadores vão enlouquecer” e pôs emoção, medo e loucura no assunto, numa época em que as pessoas não estavam nem um pouco acostumadas com internet, sistemas computadorizados e outros assuntos.

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Aliás, um tempo atrás tinha uma turma falando em bug do ano 2038, mas isso é outra história.

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Cinema

Psicodelia e relojoaria (!) num filme

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Uma empresa antiquíssima chamada Hamilton Watches, daquelas que fazem relógios que muitas vezes custam um carro usado ou um apartamento, resolveu fazer em 1949 um filme mostrando como se faz um relógio.

Não apenas isso: a ideia do curta era mostrar como funciona um relógio por dentro – daí rola até um pequeno momento stop motion mostrando um relógio sendo montado a partir de várias partes.

Para quem ama história do cinema, vale citar que o filminho é uma produção original da Jam Handy Organisation, responsável por virar de cabeça para baixo o mercado de filmes industriais e de treinamento nos EUA entre os anos 1930 e 1960. Esse texto explica um pouco da história da empresa, mostrando o quanto eles não economizavam grana e usavam o que havia de mais moderno na época em efeitos especiais.

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