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Cultura Pop

Tripping: quando Ken Kesey retomou as aventuras com os Merry Pranksters em 1999

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Tripping: quando Ken Kesey retomou as aventuras com os Merry Pranksters em 1999

Se você já leu o livro O Teste do Ácido do Refresco Elétrico, do já saudoso Tom Wolfe – que narrava as aventuras de Ken Kesey e seus Merry Pranksters em 1964, nas estradas dos Estados Unidos, a bordo de um ônibus escolar de nome Further – agora vai ganhar uma representação bem mais detalhada da jornada. E ainda vai ver uma retomada, que rolou nos anos 1990, da aventura de Kesey (cuja experiência Wolfe costumava enxergar como algo próximo da maneira como as religiões nascem).

Como assim? Bom, jogaram no YouTube Tripping, documentário de 1999 produzido para a TV britânica. O filme mostrava Kesey entre 1998 e 1999, reunido com vários antigos Pranksters, em outra viagem pelos EUA. E ainda mesclava a nova aventura com imagens dos “testes de ácido” dos anos 1960, a partir de imagens raras feitas nos passeios originais do Further, ou na casa de Kesey, em La Honda, Califórnia. Infelizmente, ninguém lembrou nem de colocar legendas em inglês no material.

Além de Kesey, surgem entrevistas com nomes como Hunter S. Thompson (que diz nunca ter acreditado, de forma religiosa, no LSD, mas “entendo o poder daquilo, era mais do que Jesus e o Governo Federal”), Jarvis Cocker (Pulp), Fat Boy Slim e até Malcolm McLaren, que fala sobre o caráter de viagem sem fim da aventura de Kesey. Marianne Faithfull também dá seu depoimento. O chefe da viagem, por sua vez, chama a atenção para o fato de que o ônibus escolar é uma tradição comum nos Estados Unidos. “Não se acham ônibus como esses na Inglaterra, por exemplo”, relata.

O filme passa também por temas como a decência e a gentileza que se foram, em parte, após o assassinato do presidente norte-americano John Kennedy, em 1963. E pelas experiências que levaram Kesey a escrever Um estranho no ninho, em 1960 – o livro que deu origem ao filme estrelado por Jack Nicholson. Outro tema que não fica de fora é a presença do poeta Neal Cassady – o cara que inspirou o livro On the road, de Jack Kerouac – ao volante da viatura. Thompson diz que os comportamentos um tanto descoordenados de Cassady eram aceitos como normais por Casey e pelos Pranksters.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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