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O TecMundo contou a história do Telegram

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O TecMundo contou a história do Telegram

Aquele aplicativo de mensagens do qual todo mundo lembra quando o WhatsApp cai. Nada disso: o Telegram, cheio de recursos que só ele tem, é um pouco mais do que isso. O canal TecMundo fez um vídeo contando a história dele e lembrou que o Telegram é criação de um russo chamado Pavel Durov, junto com seu irmão Nikolai. Os dois já haviam criado em 2007 a rede social Vk, que se tornou uma alternativa local ao Orkut e até mesmo aqui no Brasl ficou muito famosa. Uma das coisas que tornaram o VK bem ilustre era a quantidade de pirateiros que baixavam por lá – se você queria baixar o disco do Metallica antes dele sair, ou todos os episódios de uma série antes que ela passasse aqui, só se cadastrar.

O aplicativo surgiu de problemas enfrentados dentro da estrutura do Vk pelos dois irmãos, que – diz o vídeo – começaram a sofrer ameaças de pessoas ligadas ao presidente russo Vladimir Putin. Para conseguir manter o diálogo, nada melhor que um sistema de mensagens particular. O Telegram nasceu daí, em agosto de 2013, e ganhou fama na primeira grande queda do zap zap em fevereiro de 2014. Confira aí.

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Cultura Pop

Um documentário de 1994 sobre fãs de fitas 8-track (!)

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Um documentário de 1994 sobre fãs de fitas 8-track (!)

O formato de fitas 8-track já foi assunto diversas vezes aqui no Pop Fantasma. Tem um sujeito que coleciona cartuchos lançados no Brasil, e exibe sua coleção na internet. O grupo Thee Oh Sees chegou a lançar uma caixa com toda a sua coleção no formato (e penou para achar novas fitinhas para fazer os relançamentos). Lá fora, existe pelo menos uma gravadora, a Common Time Tapes, que lança novos discos em cartucho. Mas é um formato que permanece desconhecido para muita gente. E para outros tantos, é uma grande recordação de viagens de automóvel com a família, já que as fitinhas de 8 pistas eram bastante usadas em carros.

Enquanto você pensa sobre o assunto, vale dizer que em 1994, no auge do CD, havia uma turma bastante preocupada não apenas em colecionar cartuchos antigos, como também em ver neles uma atitude política e comportamental. Essa turma aparece num documentário bem curioso lançado naquele ano, So wrong they’re right, e que fizeram o favor de colocar no YouTube.

So wrong they’re right foi lançado na época do esvaziamento da cena de Seattle e no inicinho do auge comercial do brit pop. As pessoas compravam apenas CD, quem comprasse vinil era visto como uma pessoa ligada em coisas antigas e o formato K7 era ultrapassado. E o que sobrava para quem comprasse fitas de 8 pistas? Para começar, os aparelhos para ouvir as fitinhas sequer eram fabricados. As lojas não vendiam mais o formato desde os anos 1970, com alguns poucos revivals nos anos 1980, em que até discos de Michael Jackson e Fleetwood Mac saíram em cartuchos.

Os diretores do filme, Russ Forther e Dan Sutherland, caíram na estrada e descobriram fãs do formato em vários pontos dos Estados Unidos. Os entrevistados têm graus diferentes de devoção às fitas de oito pistas e alguns deles fizeram descobertas bem interessantes. Um sujeito de Chicago chamado Jeff Economy era o feliz detentor de uma cópia em 8-track de Berlin, terceiro disco solo de Lou Reed (1973). Jeff informa que nesse disco havia uma faixa instrumental que era exclusiva do cartucho, e que nunca mais apareceu em nenhum relançamento.

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Uma garota de 20 e poucos anos chamada Marci James impressiona: ela coleciona gravadores de fitas 8-track, incluindo um que tem um microfone. Tem montes de fitinhas preferidas e uma coleção enorme (tentei achar Marci nas principais redes sociais e não achei seu contato, seria bem interessante saber se ela ainda tem isso tudo guardado). No filme, ela é uma das mais indignadas a respeito da maneira como as fitinhas 8-track eram tratadas naquele período. Diz que foi expulsa de uma loja onde costumava comprar cartuchos antigos porque o estabelecimento simplesmente desistiu de vender os itens – apesar de haver um estoque enorme, relegado a um canto sombrio da loja.

Uma história bem interessante do documentário é a do grupo novaiorquino de rock alternativo Gumball, banda liderada pelo músico e produtor Don Fleming, o sujeito que produziu Bandwagonesque, do Teenage Fanclub.

Contratados pela Sony na época em que as gravadoras procuraram um “novo Nirvana” a qualquer custo (chegaram a ter discos lançados no Brasil inclusive), eles tinham uma coleção violenta de 25 mil (!) fitas, guardadas no espaço em que ensaiavam. As fitas foram achadas pelo Gumball no terceiro andar de uma fábrica de doces abandonada, e incorporadas ao acervo do grupo.

E tá aí o filme. Curta e veja várias vezes. A história por trás do nome do filme (“tão errados que estão certos”) também é maravilhosa, mas assista para descobrir.

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Mais infos aqui.

 

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Tefifon: uma fita da Alemanha que tinha sulcos, como um vinil (?)

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Tefifon: uma fita da Alemanha que lembrava um disco de vinil (?)

Nada dura para sempre. Nem mesmo o Tefifon, formato de fita que existiu na Alemanha Ocidental, durante pouco mais de vinte anos. Mas que em 1965 desapareceu do mercado. O formato foi desenvolvido pelo empresário alemão Karl Daniel e sua empresa Tefi em 1936, mas só passou a estar disponível lá pelos anos 1940 – muitas vezes associado a rádios, além de ser vendido também como dispositivo independente.

O Tefifon tem uma característica diferente: é uma fita, mas não se trata de fita magnética – ele usa material plástico com sulcos, como os de discos de vinil. O canal de vídeos Techmoan achou um desses, fez um vídeo e comparou o material com os flexidiscs.

Aliás, eu falei que o formato foi duradouro, mas a verdade é que o Tefifon não era um grande sucesso, por causa de um motivo básico: na época, anos 1940, o mercado de discos já era fortíssimo na Alemanha. E além disso, os artistas mais populares não estavam lá muito interessados em ceder seus trabalhos para a Tefi, que precisou se virar com nomes pouco conhecidos e com música clássica.

Via Gizmodo.

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HiPac: um tipo de fita que só existiu no Japão e não durou muito

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HiPac: um tipo de fita que só existiu no Japão e não durou muito

O canal de vídeos Techmoan achou um aparelho fabricado no Japão que, mais do que tocar um formato que ninguém conhece direito, ainda estava sendo vendido num site de usados como “máquina de karaokê”. Não é bem assim: o tal aparelho consegue tocar quatro fitinhas em formato HiPac.

Bom, o tal do formato HiPac só foi vendido mesmo no Japão, a partir de 1971, e tinha sido um lançamento da Pioneer. Era algo diferente, em termos de formato, da fita K7 normal e do 8-track, e surgiu no mercado assim que o PlayTape, um outro tipo de fitinha, foi descontinuado.  Segundo um número de 1973 da Billboard, o mercado de aparelhos de fitas para carros ficou bastante aquecido depois do Tokyo International Motor Show, em 1972. E depois do crescimento da economia japonesa após 1971, a turma saiu comprando tudo o que viu pela frente, inclusive carros.

“Com o tamanho de um maço de cigarros sem filtro, o cartucho HiPac mostrou-se o ideal para aparelhos estéreo de 4 canais, já que pode tocar por 60 minutos, na velocidade de 1 7/8 polegadas por segundo”, diz o texto. Mas mesmo o HiPac não durou muito, já que a fita K7 virou mesmo o formato mais querido de fitinha ao redor do mundo. De qualquer jeito, empresas como Hitachi e Sharp também investiram no modelo.

>>> Apoia a gente aí: catarse.me/popfantasma

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