Em 1944 não havia internet (sério?), nem memes de gatinhos, nem vídeos de animais de estimação no Instagram. E foi nesse ano que dois cineastas experimentais, Maya Deren e Alexander Hammid, resolveram fazer um filme que mostrava as aventuras de uma mamãe gato que cuidava de seus cinco filhotes. A vida privada de um gato mostrava a gata provendo os pimpolhos com alimentos e demais cuidados.

Maya, por sinal, vale um post só para ela aqui no site. Nascida em 1917 em Kiev, ela se chamava Eleanora Derenkovskaya, Em meio ao trabalho como cineasta, desenvolveu estudos sobre dança e possessão religiosa, e foi assistente pessoal da coreógrafa e antropóloga Katherine Dunham, que havia feito um estudo antropológico sobre o Haiti. Por causa de um prêmio da Fundação Guggenheim, Maya viajou para o Haiti e passou a estudar o vodu local, o que gerou o livro  Divine Horsemen: The Voodoo (Living) Gods of Haiti (1953) e um filme que só foi completado em 1981.

Via Boing Boing