Cultura Pop
Introduzindo o podcast do Pop Fantasma com um monte de datas redondas

A nova temporada do Pop Fantasma Documento, nosso podcast, só estreia de verdade na semana que vem. Mas decidimos fazer uma pequena e modestíssima intro hoje, com um episódio menor.
Tudo porque 2022, não sei se você percebeu, tem umas datas redondas que dão medo. Você pode neste ano comemorar os 50 anos de discos como Acabou chorare (Novos Baianos), The rise and fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars (David Bowie), Transa (Caetano Veloso), Clube da esquina (Milton Nascimento & Lô Borges), The slider (T. Rex), Got to be there (Michael Jackson). Ou os 45 de Never mind the bollocks (Sex Pistols) e Rumours (Fleetwood Mac). Ou os 25 de uma lista que inclui do disco do Só Pra Contrariar que tem Mineirinho, ao Acústico MTV dos Titãs, passando por Be here now, do Oasis.
Já 1982, além de ser o ano de discos como As aventuras da Blitz, ainda teve uma fornada de singles que incluem hits de Joan Jett, Paul McCartney, Stevie Wonder, e clássicos do heavy metal britânico. Sobre os 55 anos de Sgt Pepper’s, dos Beatles, falo nada. A lista de acontecimentos de 1967 chega a morder.
Juntamos todos os anos comemorativos num podcast só, como se fosse um horóscopo, passeando um pouco (rapidamente) em cada ano. E fica a aí a pergunta: com qual ano redondo (terminado em 2 ou 7) você se identifica mais?
Estamos no Castbox, no Mixcloud, no Spotify, no Deezer e no Google Podcasts.
Arte: Aline Haluch. Trilha sonora: Leandro Souto Maior.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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