Em 1993, lá vinha um comercial malucão da Coca-Cola, nos Estados Unidos.

Um sujeito ia a um bar pedir a bebida e esbarrava com um barman disposto a convencê-lo a NÃO beber Coca-Cola. Tanto que ele é jogado num alçapão e tem que encarar um comitê bem bizarro que faz uma mescla de tortura e lavagem cerebral nele, obrigando-o a entender que “todas as Colas são iguais” e que ele quer um refrigerante de cola qualquer. Não adianta muito.