Um tributo português a David Bowie

David Bowie tem outra coisa em comum com Elvis Presley além da data de nascimento, que é 8 de janeiro: não morreu. Os fãs não deixam. Para os seguidores do, er, camaleão (apelido com o qual ele nunca concordou, como já falou em entrevistas), sempre tem novidades. Recentemente saiu um disco ao vivo, Cracked actor – Live Los Angeles, 74, em setembro chega às lojas a terceira caixa retrospectiva de Bowie, A new career in a new town (cobrindo a fase Berlim) e, no Rio, tem uma mostra da carreira dele como ator, O homem que caiu na Terra, na Caixa Cultural (a gente fala disso mais tarde).

E uma coisa que só ficamos sabendo agora: David Bowie andou sendo reverenciado, ora pois, em Portugal. O cantor, compositor e xará David Fonseca lançou em janeiro Bowie 70, um tributo a Bowie com participações de treze artistas locais – entre eles António Zambujo, que tem altíssimas relações com a música brasileira, e o fadista moderno Camané, que andou fazendo shows por aqui. Olha aí David e a cantora Aurea numa (bela, por sinal) versão de Starman.

Aqui, Tiago Bettencourt canta Absolute beginners.

António Zambujo põe um clima bem mais dramático (é possível?) em Life on mars? Ficou bem bonito.

Essa é a versão do próprio David Fonseca para Lazarus.

E nada de alegria, felicidade e dancinhas new wave na versão de Manuela Azevedo para Modern love.

E olha o David aí, cantando Let’s dance ao vivo – no disco, ela aparece na versão de Afonso Rodrigues.

E pega o disco inteiro aí (testamos e recomendamos).