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Tá aí o que você queria: System Of A Down e Faith No More no Maracanã em janeiro

System Of A Down e Faith No More – assim mesmo, nessa ordem, dada pelo release do show – voltam ao Brasil. As duas bandas se apresentam no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 15 de janeiro de 2027, em um evento batizado de One night only. É o único show confirmado das duas bandas juntas na América do Sul.
A apresentação será realizada pela 30e e marca também o retorno do Faith No More aos palcos. O último show da banda aconteceu em agosto de 2016, na reta final da turnê de Sol invictus (2015), seu álbum mais recente. Desde então, a banda de Mike Patton não voltou a se apresentar ao vivo.
Para o System Of A Down, será mais uma passagem pelo Brasil depois da enorme Wake Up! South America Stadium Tour, realizada em 2025. Na ocasião, o grupo passou por cinco países e sete cidades do continente, reunindo mais de 500 mil pessoas.
O encontro no Maracanã tem, portanto, um componente curioso: uma das maiores bandas de metal do século 21 dividindo a noite com um grupo que ajudou a bagunçar completamente as fronteiras entre metal, rock alternativo, funk e música experimental nos anos 1990. No caso do Faith No More, ainda será a primeira apresentação desde 2016.
O repertório deve percorrer diferentes fases das duas bandas. No caso do System Of A Down, isso significa músicas de toda a carreira, incluindo os quatro discos lançados entre 1998 e 2005. Já o Faith No More deve revisitar seu catálogo. E há uma informação importante para quem já está fazendo contas: o One night only é exatamente isso. Não estão previstas outras datas do evento no Brasil ou em outras cidades da América do Sul.
A pré-venda exclusiva para clientes Itaú começa em 19 de agosto, às 10h, para clientes Private Bank e Itaú Personnalité. No dia 20, às 10h, a venda será aberta aos demais clientes Itaú. A venda geral começa em 21 de agosto, ao meio-dia, pela Eventim, e às 13h na bilheteria física.
Clientes Itaú terão 15% de desconto utilizando cartões de crédito durante o período de pré-venda. Os ingressos serão vendidos pela Eventim. As infos seguem lá embaixo.
RETORNO DO FNM AOS POUCOS. O Faith No More já vinha dando sinais de vida desde junho, quando anunciou uma parceria de longo prazo com a 30e, que funcionará como “hub estratégico e operacional” das próximas turnês da banda pelo mundo. Na mesma ocasião, a banda pôs um “2027” numa imagem de seu instagram.
Tudo que envolvesse as viagens da banda pelos cinco continentes, além de iniciativas de marketing e novas experiências para os fãs, ficaria com eles. A 30e avisou que entraria só com inteligência, estrutura e visão de mercado e que a banda “mantém total autonomia artística e controle sobre seu legado”.
“A 30e é uma empresa que quer desafiar o status quo e, como artistas, entendemos o valor disso. A abordagem deles não soa como a engrenagem de sempre. Parece vir de outro lugar, com outro tipo de energia, e estamos dispostos a apoiar esse movimento”, anunciou a empresa, que já havia assinado um contrato parecido no começo de 2026 com… o System Of A Down, claro.
No mesmo mês, o baixista Billy Gould confirmou numa entrevista que a banda voltaria aos palcos, e por uma razão especial: “Nossa música é muito física, e uma grande preocupação é que, em breve, talvez não consigamos mais tocá-la da forma como a compusemos. Nós escrevemos nossa música quando tínhamos 20 anos, e ela sempre foi muito física. Precisa ser assim. Eu não consigo tocar essas músicas de outra maneira, honestamente”, contou ao podcast Rock Talk, da jornalista sérvia Jadranka Janković Nešić.
“No caso das minhas linhas de baixo, simplesmente não consigo. Mas todos nós decidimos que ainda podemos fazer isso. Acho que conseguimos por mais alguns anos, e da maneira certa, então vamos tentar”, complementou Gould, pouco antes da banda anunciar uma série de apresentações em estádios na Austrália e na Nova Zelândia, ao lado do SOAD.
Um evento indicava que, caso rolasse no Brasil, tudo aconteceria no Rio: imagens misteriosas apareceram nesta sexta (14) nos Arcos da Lapa, com duas referências bem específicas: a mão do primeiro álbum do System of a Down e o símbolo do álbum We care a lot, do Faith No More (1985).
“E tem um detalhe: foi exatamente assim que começaram os rumores da passagem conjunta das duas bandas pela Austrália. Agora, as mesmas pistas aparecem no Brasil”, contou o site Rock On Board, cujo editor, Bruno Eduardo, é especialista em Faith No More. “Vale lembrar que a 30e, produtora brasileira que promove as turnês das duas bandas, também fechou contrato de utilização do Maracanã”.
SERVIÇO
System Of A Down & Faith No More
Realização: 30e
Apresentação: Itaú Live
RIO DE JANEIRO
Data: 15 de janeiro de 2027 (sexta-feira)
Local: Maracanã – Rua Prof. Eurico Rabelo, s/n – Maracanã – Rio de Janeiro/RJ
Horário de abertura dos portões: 16h
Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Setores e preços:
Cadeira Superior Nível 5 – R$ 272,50 (meia-entrada) | R$ 545,00 (inteira)
Cadeira Superior Sul – R$ 397,50 (meia-entrada) | R$ 795,00 (inteira)
Cadeira Superior Leste – R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira)
Cadeira Inferior Sul – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Cadeira Inferior Oeste – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Cadeira Inferior Leste – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Cadeiras Cativas (Superior Oeste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)
Camarote (Oeste e Leste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)
Tribuna (Oeste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)
Maracanã Mais Oeste (Hot Seat) – R$ 997,50 (meia-entrada) | R$ 1.995,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze* – R$ 1.092,00 (meia-entrada) | R$ 1.540,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Gold* – R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Silver* – R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum* – R$ 2.042,50 (meia-entrada) | R$ 2.790,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze*
Incluso
– 1 (um) ingresso de Cadeira Superior Leste
– Acesso antecipado (Early Entry)
– Credencial VIP comemorativa + cordão
– Kit com itens exclusivos do show
– Acesso antecipado à loja de merchandise
Pacote VIP Super Fã Itaú Gold*
Incluso
– 1 (um) ingresso de Cadeira Inferior Leste
– Acesso antecipado (Early Entry)
– Credencial VIP comemorativa + cordão
– Kit com itens exclusivos do show
– Acesso antecipado à loja de merchandise
Pacote VIP Super Fã Itaú Silver*
Incluso
– 1 (um) ingressos de Cadeira Inferior Oeste
– Acesso antecipado (Early Entry)
– Credencial VIP comemorativa + cordão
– Kit com itens exclusivos do show
– Acesso antecipado à loja de merchandise
Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum*
Incluso
– 1 (um) ingresso de Pista Premium Itaú Personnalité
– Acesso antecipado (Early Entry)
– Credencial VIP comemorativa + cordão
– Kit com itens exclusivos do show
– Acesso antecipado à loja de merchandise
Pré-venda clientes Itaú Unibanco
Clientes Private Bank e Itaú Personnalité: 19 de agosto, às 10h, até 20 de agosto, às 10h
Todos os clientes Itaú Unibanco: 20 de agosto, às 10h, até 21 de agosto, às 10h
Venda geral: 21 de agosto, ao meio-dia, online, e às 13h na bilheteria
Vendas online em: eventim.com.br/SOAD-FNM-2027
Bilheteria oficial: Estádio Nilton Santos (Engenhão) – Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro – Rio de Janeiro/RJ
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
Benefício para clientes Itaú Unibanco
Pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito no período
*Compra de 4 ingressos por CPF – sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade
Parcelamento em até 3x sem juros
O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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E o bate-papo dos Talking Heads para lançar a rádio da banda, como foi?

RESUMO: David Byrne, Tina Weymouth, Chris Frantz e Jerry Harrison voltaram a aparecer juntos para lançar a Talking Heads Radio, da SiriusXM — mas continuam descartando shows e discos novos.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Voltar para fazer shows ou gravar discos? Nem pensar. Mas os quatro Talking Heads parecem ter descoberto que podem, sim, ficar juntos numa sala sem que isso automaticamente vire anúncio de reunião. David Byrne, Tina Weymouth, Chris Frantz e Jerry Harrison apareceram lado a lado novamente, desta vez para um bate-papo comandado por Este Haim (uma das irmãs Haim) e ligado ao lançamento da Talking Heads Radio, nova estação da SiriusXM.
A rádio estreia nesta quinta (1º) e comemora os mais de 50 anos da formação da banda com músicas, histórias contadas pelos próprios integrantes, lados menos óbvios do catálogo e algumas das faixas favoritas do quarteto. A programação terá ainda sets preparados por convidados como Adam Clayton (U2), Nate Mendel (Foo Fighters), The Linda Lindas, Tunde Adebimpe (TV on the Radio) e Trey Anastasio (Phish).
Na conversa com Este Haim, o grupo voltou especialmente aos primeiros anos. Jerry Harrison lembrou que a ideia nunca era simplesmente repetir uma fórmula que tivesse funcionado. “Cada vez que criávamos algo, era como se quiséssemos progredir, mudar”, afirmou, segundo o NME.
“Acho que uma das coisas mais importantes para nós (foi) sempre buscarmos criar novos desafios. Sempre criamos, principalmente nos quatro primeiros discos, cada disco teve um processo diferente. E percebemos, e talvez isso venha do mundo da arte, que se você quer que seja diferente, não faça exatamente da mesma maneira que fez da última vez.”
Byrne, por sua vez, admitiu certa surpresa com a longevidade daquelas músicas. “Tento não olhar muito para trás, mas tenho muito orgulho de tudo o que fizemos. É meio surpreendente como esse material resistiu ao teste do tempo e continua conquistando um novo público.”
Para Tina Weymouth, uma das coisas que separavam o Talking Heads das outras bandas era o “senso de humor”. Frantz prefere falar numa “química inegavelmente muito interessante” — e lembra que, apesar do papel central de Byrne na composição, o resultado dependia do trabalho dos quatro.
“Sim, David foi o principal letrista e, eu acho que você poderia dizer, compositor, mas todos nós trabalhamos muito duro nessas músicas. Não chegamos lá e as tocamos de qualquer jeito. Sempre tentamos buscar o lado artístico”, disse. “Quando você está em uma banda de rock and roll, a ideia é sair por aí e ganhar dinheiro. E nós não éramos contra ganhar dinheiro, mas sempre colocamos a arte em primeiro lugar. E acho que é por isso que somos tão únicos”.
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Esse novo capítulo de convivência começou publicamente em 2023, quando os quatro apareceram juntos pela primeira vez em mais de 20 anos no Festival de Toronto, durante as comemorações do documentário de show Stop making sense. Desde então, surgiram outras aparições e projetos em torno do catálogo. Nada que indique uma volta aos palcos, é bom deixar claro sempre.
Aliás, quando a pergunta aparece, as respostas continuam pouco animadoras para quem espera uma turnê. Tina Weymouth já resumiu a situação dizendo que os quatro estavam “apenas aproveitando o momento”. Chris Frantz contou que tentou discutir uma reunião com Byrne no passado e deu merda. “Tentei algumas vezes, a última há uns 20 anos, e depois disso, David simplesmente disse: ‘Nunca mais quero que você me faça essa pergunta. Não vou abordar esse assunto.’ É uma pena, mas é o que é”, contou.
E Byrne tampouco parece ter mudado de ideia. “Na prática, tentar recriar a sensação que as pessoas tinham quando estavam no início dos seus 20 anos? A época em que ouviram aquela música pela primeira vez? É uma missão impossível. Além disso, estou realmente gostando do que estou fazendo”, contou ele ano passado ao The Times. Ano passado ele lançou o disco solo Who is the sky? (resenhamos aqui) e saiu recentemente uma versão expandida com quatro faixas bônus – entre elas os singles My madness e ¿Cuál es la razón? (esta, com Natalia Lafourcade & Mexican Institute Of Sound). Você ouve as duas músicas aí embaixo.
Ou seja: Talking Heads juntos, tudo bem. Talking Heads de volta, já é outra história.
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Power To The People: festival de Tom Morello ganha exibição no YouTube

RESUMO: O Power to the People, festival de música e ativismo criado por Tom Morello, terá transmissão gratuita no YouTube neste sábado, com Springsteen, Foo Fighters, Joan Baez e mais.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Não vai conseguir ir pessoalmente assistir ao festival criado por Tom Morello, Power to the people, que acontece neste sábado (3), no Merriweather Post Pavilion em Columbia, Maryland? Sem problema: Tom providenciou uma transmissão no YouTube pra você. É gratuito, a partir do canal do MS NOW no YouTube a partir das 13h30 (horário de Brasília).
O Power To The People é um festival de música e ativismo: tem como objetivo destacar oportunidades para engajamento cívico, organização comunitária, educação, ajuda mútua e outras iniciativas de impacto social, além de arrecadar fundos para organizações pró-democracia e de defesa do direito ao voto.
Entre os nomes confirmados estão Foo Fighters, Joan Baez, Bruce Springsteen, Dave Matthews, Jack Black (com uma banda que inclui Roman, filho de Tom, na guitara, além de Revel Ian, filho de Scott Ian, do Anthrax, no baixo), Dropkick Murphys, Cypress Hill e Killer Mike – além de Taylor Momsen, vocalista do Pretty Reckless, Serj Tankian (System of a Down), Grandson, The Neighborhood Kids, Shephard Fairey (em set como DJ), Daryl “DMC” McDaniels, Brittany Howard (Alabama Shakes), The Linda Lindas e Matt Cameron, ex-baterista do Pearl Jam. O próprio Morello também sobe ao palco.
Tom Morello, que acaba de lançar o álbum Everyone gets everything they want (resenhamos aqui) já mostrou que sabe transformar festivais em acontecimentos históricos. Foi ele quem assinou a curadoria e a direção musical de Back to the Beginning, o derradeiro show de despedida de Ozzy Osbourne e Black Sabbath – missão confiada ao guitarrista pelo próprio casal Ozzy e Sharon Osbourne.
Boa parte dos artistas envolvidos no evento já se posicionou publicamente contra Donald Trump. Mesmo assim, Morello afirma que o Power to the People não tem alinhamento partidário. Segundo ele, a proposta é destacar “o poder que pessoas comuns têm quando se unem – através da música, da arte, da comunidade e da ação – para ajudar a moldar o país e o planeta no dia da eleição e também depois dele”. O guitarrista também descreveu o festival como “uma celebração de ativismo, criatividade e esperança”.
Parte da renda arrecadada com os ingressos – além de 100% da receita líquida das entradas VIP – será destinada à VoteRiders, organização sem fins lucrativos que atua para reduzir barreiras de identificação eleitoral nos Estados Unidos.
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Servindo atitude: “Cunty boy”, música do Period Bomb, virou filme

RESUMO: Camila Alvarez transforma Cunty boy, de sua banda Period Bomb, em curta-metragem queer e punk que já circula por festivais e chega a uma exposição sobre mulheres do punk em Londres.
Texto: Ricardo Schott – Foto:
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Homens metidos a “machos feministas” e cuzões em geral que se cuidem: a musicista, compositora, cineasta e designer Camila Alvarez, criadora do projeto musical Period Bomb, jogou recentemente no YouTube Cunty boy – The movie. Uma continuação cinematográfica da música Cunty boy, faixa em tons no wave do disco Cuntageous (2025, resenhado pela gente aqui), e que fala de uma escola de modelos cunty criada em Hollywood, que transforma gente sem estilo nenhum em gente que serve atitude e estilo – sempre na onda queer. E se você nunca ouviu o Period Bomb, é um ataque às hordas do patriarcado em tons no wave e pós-punk.
Esse curta voou longe: tá sendo exibido no festival itinerante de animação Cuntavision, no Miami Underground Film Festival, e chega ao Museu da Cultura Jovem de Londres, em exibição de 23 de outubro a 22 de novembro – além do YouTube, claro. Por sinal, a tal exposição do Museu de Cultura Jovem é carregada de história punk e feminista: Cunty boy – The movie figura lá fazendo parte de uma exposição criada por Celeste Bell (filha de Poly Styrene, vocalista do X-Ray Spex), sobre as mulheres do punk, God save the queens.
Camila criou a gravadora Crass Lips Records e também uma linha de moda ligada à sua banda, PeBo Couture. Aliás, Cunty boy tem também uma trilha sonora, que já está no Bandcamp – e em novembro sai em um compacto split de 7 polegadas pelo selo Slouch Records, lado a lado com o som de Otto Von Schirach.
O som de Camila e do Period Bomb é pra ouvir no volume máximo – e Cunty boy leva a atitude do som para a telinha. Confira imagem e som aí embaixo.
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