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Pera, Billy Corgan não estava a fim de voltar com os Smashing Pumpkins?

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Billy Corgan lança Ogilala

Pois é: Billy Corgan, dos Smashing Pumpkins, disse não faz muito tempo que adoraria voltar com a formação que interessa do grupo (ele, D’Arcy, James Iha e Jimmy Chamberlin). Mas essa ideia dele de lançar um novo álbum solo não vem de hoje. Em agosto ele já havia anunciado o título da empreitada, Ogilala, e avisou que o disco sairia com seu nome verdadeiro, William Patrick Corgan.

O disco novo tem onze músicas, produção de Rick Rubin, segue-se a o disco que ele lançou em 2005 e TheFutureEmbrace. Em agosto, quando divulgou o single Aeronaut (esse aí de cima), Billy surpreendeu quem o tem na conta de um sujeito controlador e pentelho ao extremo. “Fiz as músicas em voz e violão e coloquei todo o material na mão de Rick para que ele levasse a música para onde quisesse”, garantiu. “Normalmente, eu teria feito mais e sugerido mais na produção, mas Rick colocou em mim o ônus de mostrar o material em um nível molecular, através de tomadas ao vivo”, completou, falando bonito.

O cantor está em turnê nos Estados Unidos para divulgar o disco. Que você ouve aí embaixo (foto: DJ Droga/Wikimedia Commons)

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Amplifiquintas: artistas e selos independentes nas redes dos teatros de SP

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Amplifiquintas: artistas e selos independentes nos teatros de SP

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, apresenta, a partir desta quinta (1) o projeto Amplifiquintas. O projeto traz toda semana bandas e artistas representados por um selo independente. As transmissões são online, nas redes dos teatros municipais, e são gratuitas. Integram o projeto os teatros Arthur Azevedo, Alfredo Mesquita, Cacilda Becker, Paulo Eiró e João Caetano. Os shows acontecem sempre às 21h e duram 60 min.

O Amplifiquintas começa com Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo + Chico Bernardes, pelo Selo Risco, nesta quinta às 21, pelo Facebook do Teatro Cacilda Becker. E prossegue com Sistah Chilli ft Rasec + Di Melo, pelo Fatiado Discos (dia 8); Acidental + Institution + Sequóia, pelo Hearts Bleed Blue (dia 15); Ale Sater + Gab Ferreira, pela Balaclava Records (dia 22). E, por fim, Jup do Bairro + Indy Naíse + Harlley + Alt Niss pela Deck 9 (dia 29).

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Cultura Pop

Rita Lee & Roberto para dançar, vol. 3

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Rita Lee & Roberto para dançar, vol. 3

O mais extenso dos três volumes da série Classix remix, que mexe (literalmente) no catálogo de Rita Lee & Roberto de Carvalho, já está nas plataformas. Lançando o pacote de 17 faixas em evento online da gravadora Universal Music Brasil na quinta (24), João Lee, DJ, filho do casal e produtor do projeto, disse já estar louco para levar todo o material para as pistas de dança, assim que as aglomerações estiverem devidamente liberadas e não causarem perigo.

“Mal posso esperar para ouvir isso na pista, mas tenho recebido vídeos de pessoas que estão dançando em casa sozinhas. Cada pessoa tem uma memória afetiva com alguma música em algum momento”, conta João, que convidou para participar amigos como Coppola (Só de você), Gui Borato e Junior C (Pega rapaz) e Elekfantz (Shangri-Lá). Vivi Seixas (filha de Raul Seixas) e Kryptus Gomes (filho de Baby do Brasil e Pepeu Gomes), que formam com João Lee o coletivo Filhos do Rock, unem-se a ele num dos dois remixes de Lança perfume que aparecem no álbum.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Marcos Valle: “Por causa de ‘Estrelar’, em 1983, eu virei o Xuxo”

João conta que a ideia do projeto dos remixes de Rita Lee e Roberto de Carvalho, que chega ao fim agora, já vinha da época em que começou a tocar.

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“Sou DJ há 25 anos e desde quando comecei a tocar, sempre quis ter versões das músicas dos meus pais em meus sets. Aproveitei os 25 anos para fazer a fusão da música deles com a minha, e para celebrar o catálogo deles convidando meus amigos, as pessoas que foram meus aliados durante todos esses anos”, conta.

“A gente fez história com esse projeto. São quase 20 músicas originais com remixes, foi enorme a quantidade de músicas que a gente conseguiu encontrar para fazer digitalização” completa ele, dizendo que se trata do álbum mais “pista” da série. “Os remixes têm uma liberdade de desconstrução maior do que nos outros. Nesse disco, eu tocaria todas as faixas num set de duas horas. Conseguimos pegar todos os momentos de um set do começo ao fim”.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Guilherme Arantes: “Meu próximo disco vai ser o meu ‘The Wall’”

Remixes de canções que fizeram sucesso, e que não eram produzidas exatamente como canções de pista, sempre são um risco enorme. Afinal, mexem em algo que parecia já perfeito e terminado – e que ainda por cima já era aprovado pelo público. Gui Boratto lembra que deu uma titubeada na hora de pegar Pega rapaz, ao lado de Junior C. O retrabalho no hit de 1987 entrou aos 45 minutos do segundo tempo no disco.

“Todo mundo ama essa música e ela representa mil e uma coisas. Foi difícil fazer por conta das mudanças de harmonia, da história da música, da letra”, conta ele, que chegou a cortar um dos versos. “Mas o fundamental é a letra, o discurso da letra. Não faria sentido por exemplo, uma versão dub, sem voz, ou com vultos das vozes. O ideal tentar fazer uma versão que não seja concorrente do original e que também não o distorça”.

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Jornalista e pesquisador de Rita Lee, presente ao lançamento online, Guilherme Samora recorda que as batidas dançantes já eram bem próprias do trabalho de Rita & Roberto. “O Saúde (1981) foi um dos primeiros discos de música eletrônica do país. Tinha bateria eletrônica em quase todas as músicas”, recorda.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quarenta clássicos pop da música infantil

O DJ Coppola pegou Só de você (“a favorita da Hebe Camargo e dos fãs”, lembra Samora) e passou por um breve crivo familiar antes da escolha. “Perguntei à minha família qual música eles escolheriam. Minha mãe falou que esse disco (Rita Lee & Roberto de Carvalho, o “da piscina”, de 1982) foi tocado na festa de casamento deles. Esse mesmo vinil (mostra no vídeo, por Zoom). E o casamento foi na Igreja que tem no condomínio em que os pais do João moram”, recorda.

“Já tinha curtido a ideia porque a música tem uma pegada pro jazz. Tive o desafio de mudar o ritmo, a bateria, a harmonia. Fiz vários loops com ideias diferentes. Quando estava cheio de ideias, precisei começar a montar o quebra-cabeças”, completou.

Diego Moura, responsável pela marca DEE:VISION, escolheu o hit Saúde e afirma que a época em que vivemos determinou isso. “Esse tempo louco em que vivemos, e saúde é o que todo mundo está precisando em primeiro lugar. Foi um processo demorado, e foi muito bom”.

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João conta que o próximo projeto deverá envolver outros nomes conhecidos do pop nacional, e vai ser feito justamente com Vivi Seixas e Kriptus Gomes, os Filhos do Rock. “Estamos fazendo um lance com músicas do Raul e dos pais do Kriptus”, conta. “Toco muitos estilos diferentes de música eletrônica. Fiquei feliz de ver que essas músicas servem para todos os momentos de pista”.

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Pixações, gatos mortos e carne podre numa casa para alugar. Tá a fim?

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Pixações, gatos mortos e carne podre numa casa para alugar. Tá a fim?

Um site de vendas e aluguel de casas lá dos Estados Unidos listou uma casa no Colorado que é descrita na total sinceridade como “o pesadelo do proprietário”.

O pior é que a casa é cinematográfica e enorme, contando com cinco quartos, quatro banheiros e uma área interna extremamente ampla. Só que o local é todo pixado, podre, abandonado e… tem freezers com carne podre. E tudo isso pode ser seu pela bagatela de US$ 592.500. Se você tem dúvidas, vale informar que a empresa “recebeu 16 ofertas em dinheiro vivo nas primeiras 24 horas em que a casa ficou à venda” (segundo eles).

>>> Veja também no POP FANTASMA: As cabras de um parque em Washington estão ficando violentas por causa do vício em urina (!)

O sinceríssimo corretor de imóveis avisa no vídeo acima que “não há uma superfície da casa que não tenha sido aprimorada com color jet preto. Mas não deixe que isso te atrapalhe. Não é tão assustador quanto o freezer no porão, que está cheio de carne e não tem eletricidade há mais de um ano”, diz. “Portanto, certifique-se de usar máscara. Não para a proteção de outra pessoa, mas para a sua própria. Você pode não ser capaz de suportar o cheiro caso não use”.

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Já o quartos são “todos cobertos de tinta spray preta, vulgaridades e outras substâncias que não são mais identificáveis. O porão é incrível – ou pelo menos será assim que todos os destroços forem removidos, os revestimentos do piso trocados, e as obscenidades cobertas”, avisa.

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Ainda tem mais um detalhe na casa, que pode fazer a alegria ou a tristeza de quem está acostumado a acompanhar programas de TV com histórias de acumuladores. “Havia fezes humanas e de animais deixadas na sala de estar”, diz ela. “Pelo que sei, a dona tinha gatos. Mas, tragicamente, quando ela se mudou, ela deixou dois deles no banheiro. Parece que eles estão lá há algum tempo”.

Se você tá achando que é mentira, saiu uma matéria no Huffington Post sobre o assunto. A corretora de imóveis Mimi Foster confirma o sucesso que a casa está fazendo. “Listo casas vazias o tempo todo. Nunca vi esse tipo de histeria, mesmo neste mercado. Recebi cerca de 89 mensagens de texto desde que chegamos em casa esta tarde”, contou.

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