Uma banda cujas letras giram em torno de satanismo e blasfêmias, cujo vocalista tem uma cruz invertida tatuada na testa e que, há uns vinte anos, dizia que quando chegasse aos 33 anos (idade com a qual Jesus Cristo foi crucificado), se suicidaria. Tudo muito sadio. Isso era o Deicide, em 1988 – ainda com o nome de Amon, e liderado pelo coisa-ruim Glen Benton – tocando o anti-hit Sacrifical suicide, num programa de arrecadação de fundos para o sistema público de televisão dos Estados Unidos. O apresentador da atração mal consegue entender o que aqueles sujeitos estão fazendo ali e está claramente nervoso.

Um ano depois disso aí, o Amon enviaria uma demo para a Roadrunner, conseguiria um contrato e mudaria de nome para Deicide a pedido da gravadora. Sacrificial seria um dos destaques do primeiro disco epônimo, de 1990.

Via Obscure media.