
RESENHA: Noise-rock carioca que cruza punk, grunge e hardcore. Em Existir é resistir, o Trash No Star mistura peso, militância e urgência. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Tuany amplia seu som em Carta aberta, misturando samba psicodélico, folk, soul e rock num disco forte, inventivo e cheio de boas canções. Texto: Ricardo...

RESENHA: Death Cab For Cutie transforma perdas, terapia e recomeços em I built you a tower, um disco intenso, melódico e inspirado. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Kadavar volta ao hard/heavy de raiz em disco que soa como complemento de luxo do anterior: riffs fortes, krautrock e poucas novidades. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Em álbum inspirado pelos “dragões” do presente, Tori Amos transforma política, medo e resistência em canções sombrias e poéticas, nas faixa de In times of...

RESENHA: 25º disco do Thee Automatics reúne estúdio e palco em faixas que misturam punk, noise e melodia, com ecos de Sonic Youth e Psychedelic Furs...

RESENHA: Placebo revisita seu álbum de estreia sem grandes mudanças: mais peso e clareza, mas o impacto original segue insubstituível. Repertório ainda excelente. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Após dez anos, o Make retorna com Exegesis at the end of time: doom e sludge sombrios, lentos e apocalípticos. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5...

RESENHA: Paulo Metello mistura pós-punk, psicodelia, dream pop e folk em Normandia, álbum lo-fi que vai do contemplativo ao dançante. Texto: Ricardo Schott Nota: 8 Gravadora:...

RESENHA: Sludge e stoner sufocantes marcam a estreia do Trompas. Anxiety transforma isolamento, peso e melancolia em riffs graves e som sombrio. Texto: Ricardo Schott Nota:...