Não conhece o Vibease? Vamos por partes. Primeiro vamos lembrar do tal vibrador com wi-fi que Joesley Batista, o empresário que delatou um esquema de propina com o suposto aval do presidente Michel Temer, comprou em 2015 no sex shop Pleasure Chest, em Nova York, e que virou notícia na tarde de hoje.

Esse modelo (que não é o personagem desse texto) já tinha aparecido na mídia aqui no Brasil algumas vezes. Em abril, era um dos gadgets sexuais à venda na Sexy Fair, considerada a maior feira erótica de Brasil, realizada no Rio. As próprias imagens de Joesley comprando o tal vibrador já haviam aparecido em 2015 no blog do jornalista Álvaro Leme. O tal vibrador serve para que os casais possam se conectar à distância para uma sessão de rala-e-rola solitário, era vendido na feira por R$ 1.500 e, segundo uma vendedora do evento, que conversou com o UOL nessa matéria que linkamos aí, “tem uma câmera na ponta que auxilia nos distúrbios sexuais, como o vaginismo ou a flacidez do músculo pélvico”.

E se você não costuma acompanhar o mercado de brinquedinhos eróticos, pode preparar para tomar um susto: wi-fi e câmera são só um detalhe. Tem bricabraques sexuais que você pode até usar no trabalho. Se você tem a chance de ficar num lugar individual, consegue satisfazer a si própria (no caso, isso é só para mulheres) sem fazer muito barulho e tem muita cara de pau, tá aí o que você queria: o tal do Vibease. Você pode fazer sexo solitário com seu namorado/marido/amante/namorada/esposa à longa distância beeem discretamente, já que o formato do Vibease é…. Bom, leia aqui (em inglês) para a gente poder dispensar descrições.

O Vibease é recarregável via USB, tem vibrações personalizadas e seus movimentos sincronizam com áudio do smartphone (!) e com bluetooth. Seu/sua parceiro/a pode controlar as vibrações à distância e… diversão garantida. Só não sabemos se Joesley levou um desses…