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Venda geral para o Rock In Rio começa hoje às 19h

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Após a pré-venda dos ingressos, o Rock in Rio abre nesta segunda-feira (8), às 19h, a venda geral para a edição de 2026.

Após a pré-venda dos ingressos, o Rock in Rio abre nesta segunda-feira (8), às 19h, a venda geral para a edição de 2026. Os ingressos serão vendidos exclusivamente pela Ticketmaster Brasil, e a organização recomenda que o público faça cadastro antecipado na plataforma e deixe os meios de pagamento preparados para agilizar a compra, já que a procura deve ser alta.

Segundo o festival, a programação deste ano terá mais de 15 shows exclusivos no Brasil, além de encontros entre artistas e atrações voltadas para diferentes públicos. O evento acontece em setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

Antes da abertura das vendas, o festival promove uma live de aquecimento às 18h, em parceria com a Globo. A transmissão será exibida no gshow e nas redes sociais do Gshow, Multishow e Rock in Rio, com apresentação de Dedé Teicher. Participam da live o grupo Os Garotin, o influenciador Pedro Bonvivant, além de Ana Deccache, diretora de marketing da Rock World, e Zé Ricardo, vice-presidente artístico da empresa.

PROGRAMAÇÃO:

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo, que conta com 45 artistas internacionais e mais de 15 shows únicos e exclusivos. No dia 4 de setembro, o festival tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady.

No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero.

No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho – Encontro Formação Original. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório.

Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui.

No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem MC Cabelinho convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria convida Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe Nandatsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya.

No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut.

Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby.

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Persie mistura MPB e dream pop em canção nascida na pandemia

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Persie - Foto: Robert Quaquio / Divulgação

RESUMO: Inspirada pela poeira iluminada pelo sol, Persie lança Pequenininho, mistura de MPB e dream pop sobre memórias, ausências e pequenos encantamentos. A faixa antecipa o EP Cápsula do tempo.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Robert Quaquio / Divulgação

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Uma fresta de janela, um raio de sol e partículas de poeira flutuando no ar. Foi de uma cena dessas, que a gente vê todo dia e nem sempre presta atenção, que Persie tirou a ideia para Pequenininho, single que chegou em 16 de outubro pela Maxilar Music.

A música foi escrita durante a pandemia, quando a cantora reparou que a poeira iluminada pelo sol parecia um monte de estrelas, quase uma nebulosa. Daí veio a ideia de falar sobre como as coisas mais banais podem ganhar outra dimensão dependendo da maneira como a gente olha para elas.

Misturando MPB contemporânea e dream pop, Pequenininho também passa por lembranças, ausências e afetos. A composição é de Persie, com produção de Fogu e finalização de Rei Baleia.

A faixa, aliás, estava guardada havia um bom tempo. Chegou a ser cogitada para o álbum Odaléa, de 2021, mas acabou ficando de fora. Agora, é a primeira amostra de Cápsula do tempo, EP em que Persie vai recuperar músicas antigas que ainda não tinham sido lançadas. Um disco de “canções engavetadas e guardadas na gaveta do tempo”, como ela afirma.

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Lourenço Rebetez: jazz, hip-hop e ritmos afro-brasileiros em novo disco

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Lourenço Rebetez - Foto: Gleeson Paulino / Divulgação

RESUMO: Dez anos após sua estreia, Lourenço Rebetez prepara Língua geral, produzido por Arto Lindsay. O single Maestro, inspirado por Letieres Leite, mistura jazz, hip-hop, eletrônica e ritmos afro-brasileiros, e Sim e não (Yes and no) une percussão brasileira e jazz.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Gleeson Paulino / Divulgação

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Dez anos se passaram desde que o guitarrista, compositor e produtor Lourenço Rebetez lançou O corpo de dentro, seu primeiro álbum. Nesse intervalo, ele continuou pesquisando ritmos, experimentando maneiras de compor e se aproximando de músicos de diferentes áreas. Agora, prepara a chegada de Língua geral, segundo disco de sua carreira, que sai em 4 de novembro. O primeiro single é Maestro, que mistura jazz, ritmos afro-brasileiros, hip-hop e experiências com produção eletrônica.

Uma figura importante nessa história é Letieres Leite, maestro baiano morto em 2021, criador da Orkestra Rumpilezz. Rebetez estudou jazz na Berklee, nos Estados Unidos, mas foi depois de voltar ao Brasil e conhecer o trabalho de Letieres, em Salvador, que começou a olhar de outra maneira para as possibilidades do ritmo e dos arranjos. A influência do músico baiano acabou se tornando uma das bases de sua pesquisa.

Em Maestro, essa história aparece numa combinação de batidas que mudam de direção, ritmos que parecem escapar uns dos outros e arranjos que não seguem exatamente os caminhos esperados. Em vez de simplesmente colocar jazz, música afro-brasileira e hip-hop lado a lado, Rebetez prefere explorar os pontos em que essas linguagens se misturam, se sobrepõem ou até entram em conflito.

Já saiu também o single Sim e não (Yes and no), tocado ao lado do baterista e produtor de jazz norte-americano Kassa Overall, e do tecladista japonês radicado em Nova York, BigYuki. Ambos unem seus sons à percussão brasileira, numa dinâmica que junta uma bateria “reta” dialogando com as percussões de Kainan do Jêje e Ícaro Sá (que comandam agogôs, caxixis, timbaus, djembê e surdos virados).

O novo álbum tem sete composições inéditas e produção de Arto Lindsay, músico americano que há décadas transita entre a música experimental novaiorquina e os sons brasileiros. Rebetez assina a direção do trabalho, que reúne convidados como o baterista e rapper Kassa Overall, os tecladistas BigYuki e Jason Lindner, além de Kainan do Jêje, Ícaro Sá e Grupo Ofá.

A ideia é fazer com que improvisação, composição e produção participem do mesmo jogo. Pequenas irregularidades, mudanças de acentuação e desencontros rítmicos, normalmente associados à execução ao vivo, passam a fazer parte da própria construção das faixas.

Língua geral será lançado numa parceria entre os selos RISCO, Jazzybelle Records, do Reino Unido, e Think! Records, do Japão, com distribuição também na Europa e no mercado japonês.

Abaixo você ouve os singles novos, e confere capa e lista de faixas de Língua geral.

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LISTA DE FAIXAS:
01. Maestro (feat. Grupo Ofá)
02. Sim e não (Yes and no)
03. Everyday entities
04. Parade
05. Segundo sentido
06. Vas-Y
07. Ananké (feat. Grupo Ofá)

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Por que você deve esperar ansiosamente o próximo disco do Hot Chip

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Hot Chip (foto) anuncia coletânea e lança single e clipe. Fã produz vídeo do primeiro show do Oasis em Cardiff só com imagens feitas por fãs. The Rapture anuncia turnê pelos Estados Unidos e Canadá.

RESUMO: Em janeiro, o Hot Chip lança A long way from Kansas, com Beth Ditto e Eddie Chacon. O single Random violence homenageia o DJ JD Twitch e aponta para um synthpop mais emotivo e orquestral.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Louise Mason/Divulgação

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O Hot Chip está de volta com disco novo em janeiro. A long way from Kansas, nono álbum da banda britânica, chega quase cinco anos depois do anterior, com inspiração no universo de O mágico de Oz (daí o título, tirado da cena em que a Dorothy e seu cachorrinho são levados do Kansas à terra de Oz por um tornado) e participações de Beth Ditto (Gossip) e Eddie Chacon. E o primeiro single, Random violence, já dá alguns bons motivos para colocar esse lançamento na agenda.

O grupo não ficou exatamente parado nesse intervalo. No ano passado, lançou a coletânea Joy in repetition, resenhada aqui, enquanto seus integrantes se dividiam entre projetos paralelos. Agora, pelo que indica a primeira amostra do álbum, o Hot Chip parece interessado em explorar outros caminhos para seu synthpop.

Random violence é uma espécie de power ballad new wave, com uma construção que lembra bastante All my friends, do LCD Soundsystem. Só que, em vez daquele piano insistente da faixa de James Murphy, entram arranjos orquestrais. A comparação não é gratuita: afinal, o multi-instrumentista britânico Al Doyle toca nas duas bandas.

A história por trás da música, por sinal, é bastante triste. Random violence é uma homenagem a Keith McIvor, o JD Twitch, DJ do duo escocês Optimo, que morreu no ano passado, vítima de um câncer no cérebro. Amigo dos integrantes do Hot Chip, ele deixou uma marca especialmente forte em Joe Goddard, que escreveu a canção.

“Em setembro do ano passado, nosso velho amigo e brilhante DJ Keith McIvor, do Optimo, de Glasgow, morreu após receber, alguns meses antes, o diagnóstico de um tumor cerebral inoperável. Ele foi a principal inspiração para a letra. Era um apaixonado por música e um socialista convicto. Muitas das palavras se referem diretamente à sua morte e às lembranças do Sub Club, em Glasgow, onde nos conhecemos há 20 anos”, contou Goddard.

A música começa conduzida por Joe, mas Alexis Taylor entra no refrão, quando os dois cantam “você me deu algo em que acreditar”. É um Hot Chip mais emotivo, menos preocupado com a pista de dança, mas ainda com aquela capacidade de transformar sentimentos complicados em música pop.

Se Random violence servir de indicação, A long way from Kansas pode trazer uma banda mais interessada em explorar a melancolia e os arranjos do que simplesmente colocar todo mundo para dançar. E isso, vindo do Hot Chip, já é um bom começo. E você confere Random violence, a capa do álbum e a lista de faixas abaixo.

(e em novembro tem show em SP)

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Capa do disco A Long Way From Kansas, do Hot Chip

LISTA DE FAIXAS:
01. Stuck around
02. Waiting around
03. Random violence
04. The mask is slipping
05. Splinter
06. Shortcut to love
07. Me in your head (feat. Beth Ditto)
08. Hook me up
09. Secular hymns
10. The garden (feat. Eddie Chacon)
11. Crushing

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