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Vanguart mergulha na Nouvelle Vague em novo clipe

RESUMO: O Vanguart ganha um clipe em Super 8 para a música O mais sincero, com referências à Nouvelle Vague e a Godard. O vídeo também inaugura o Curta Set, projeto de formação audiovisual.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Frame do clipe
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O Vanguart ganhou um novo clipe para O mais sincero, faixa do álbum Estação Liberdade (2025). O vídeo também marca a estreia do Curta Set, projeto criado pela diretora executiva Michelè Neregato: em vez de preparar os participantes para trabalhar em um set, coloca todo mundo diretamente dentro de uma produção profissional.
O resultado da primeira edição, realizada em abril de 2026, em São Paulo, foi justamente o clipe do Vanguart, que teve participação de 15 integrantes do projeto. Visualmente, o clipe trabalha com Super 8, explorando a textura da película e sua associação com memória e passagem do tempo. A linguagem busca referências na Nouvelle Vague e em Jean-Luc Godard, com câmera livre, espaços urbanos e uma encenação menos preocupada em explicar. Os gestos e as imagens carregam o peso emocional da música.
A escolha de O mais sincero veio de uma relação antiga da banda com a faixa. “A gente lançou o (álbum) Estação Liberdade no fim do ano passado, e essa canção sempre foi uma das nossas queridinhas no estúdio, fora dele e nos shows. Quando recebemos o convite da Michelè e do Curta Set para fazer um clipe, foi natural pensar nela”, conta Hélio Flanders.
Reginaldo Lincoln, autor da canção e também vocalista do Vanguart, vê outro motivo para a escolha. “Fazia sentido uma canção que, de certa forma, eu escrevi a princípio, mas que a gente canta um para o outro nesse álbum de uma forma como nunca tínhamos cantado antes”.
Para Flanders, o projeto recupera uma relação antiga da banda com os videoclipes. “A gente cresceu com clipe na MTV, e os clipes salvaram a nossa vida, moldaram a gente como músico. Esse é o primeiro clipe de cinema mesmo para esse álbum, um reencontro com uma linguagem que foi muito importante pra gente”, afirma.
A parceria começou por intermédio do artista plástico Gen Duarte. “Foi muito fácil. Em uma conversa muito fluida, a gente já sentiu que ia ser incrível”, relembra Hélio. Reginaldo completa: “É importante confiar, porque a gente sabe que pode dar errado também. Mas a gente sabia que dessa vez ia dar certo. Foi muito tranquilo de aceitar”.
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Urgente
MADA 2026 fecha lineup com Zeca Pagodinho, Emicida, Marina Sena e BaianaSystem

RESUMO: O MADA acontece em 16 e 17 de outubro, em Natal, com Zeca Pagodinho, Emicida, Marina Sena, BaianaSystem, Gaby Amarantos e dezenas de atrações. Parte do festival terá transmissão pela TV e Globoplay.
Texto: Ricardo Schott – Foto:
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O MADA – Música Alimento da Alma fechou o lineup de sua 28ª edição, marcada para os dias 16 e 17 de outubro, na Arena das Dunas, em Natal (RN). Zeca Pagodinho, Emicida, Marina Sena, BaianaSystem e Gaby Amarantos estão entre os principais nomes da programação deste ano.
Zeca faz seu show com participação de Karinah. O festival terá ainda Duquesa, Luiz Lins, NandaTsunami e Tribo de Jah convidando Célia Sampaio, além de Taj Ma House, SouRebel com Núbia, Delusis com Sad Bruno e Leoa com Kaya Conky. A programação passa por samba, rap, pop, reggae e diferentes vertentes da música urbana.
O Baile da Amada, que desde 2023 tem um palco próprio dentro do MADA, também retorna. Na sexta-feira (16), passam por lá BRIME!!, Bia Soull, RHR, RYANBNOG e Metalluna, Cabra Guaraná, Belisa, Leviathan e Jader. No sábado (17), é a vez de IDLIBRA, Ramon Sucesso, CESRV, D3LCU, Africanoise, Dusouto, D’Renor, Eleva e Marti.
Quem estiver longe de Natal também poderá acompanhar parte do festival. Pelo terceiro ano consecutivo, o MADA terá transmissão pela TV Globo, Inter TV e Globoplay. Segundo a organização, a cobertura de 2026 chegará aos cinco estados da região Norte, aos nove do Nordeste, além de Rio de Janeiro e Minas Gerais, por meio de 52 afiliadas.
Criado em 1998, o MADA chega à 28ª edição depois de ter recebido mais de 700 artistas. Para Jomardo Jomas, idealizador e diretor do evento, a mistura de gerações continua sendo parte da proposta.
“Sempre um desafio entregar uma edição com tanta diversidade na programação, mas sempre fez parte do DNA do MADA esse cuidado de conseguir levar ao público esse recorte da música brasileira e, ao mesmo tempo, abrir espaço para novos nomes e novas sonoridades. É esse equilíbrio que faz o festival continuar se renovando a cada edição”, afirma.
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SERVIÇO
Festival MADA 2026
16 e 17 de outubro de 2026
Arena das Dunas – Av. Prudente de Morais, 5121, Lagoa Nova – Natal/RN
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
PALCOS DO GRAMADO
SouRebel convida Núbia
Luiz Lins
Zeca Pagodinho | com part. especial de Karinah
Marina Sena
Tribo de Jah convida Célia Sampaio
Duquesa
Delusis convida Sad Bruno
Leoa convida Kaya Conky
Taj Ma House
NandaTsunami
BaianaSystem
Gaby Amarantos
Emicida
BAILE DA AMADA | sexta-feira (16/10)
BRIME
BIA SOULL
RHR
RYANBNOG
METALLUNA
Cabra Guaraná
Belisa
Leviathan
Jader
BAILE DA AMADA | sábado (17/10)
IDLIBRA
Ramon Sucesso
CESRV
D3LCU
Africanoise
Dusouto
D’Renor
Eleva
Marti
Transmissão: TV Globo, Inter TV e Globoplay.
Ingressos: Shotgun
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E os Lemon Twigs tão vindo aí: vai rolar show em SP em novembro

Os Lemon Twigs voltam ao Brasil em novembro. O projeto dos irmãos Brian e Michael D’Addario faz show único no país no dia 13 de novembro, sexta-feira, na Casa Rockambole, em São Paulo. A apresentação faz parte da turnê de Look for your mind!, sexto álbum de estúdio da dupla, lançado em maio pela Captured Tracks.
Os ingressos já estão à venda pelo site da Ingresse. Também é possível comprar sem taxa de conveniência no Takkø Café, na Vila Buarque, ponto de venda físico oficial da apresentação. O show é uma realização da Balaclava Records.
Formado em Nova York, o Lemon Twigs trabalha com referências do pop e do rock dos anos 1960 e 1970, especialmente harmonias vocais, pop barroco e arranjos que fogem das estruturas mais convencionais. Nos últimos anos, os irmãos lançaram Everything harmony (2023) e A dream is all we know (2024).
Look for your mind! dá sequência a essa fase, mas traz uma mudança no processo de gravação. Brian e Michael abriram mais espaço no estúdio para os músicos que os acompanham na estrada, com participações de Reza Matin (bateria), Danny Ayala (baixo e vocais) e Eva Chambers, da banda Tchotchke (também baixo e vocais). O som ganha uma cara cada vez mais sixties, mas com letras ligadas à paranoia e à sensação de viver em tempos cada vez mais estranhos.
SERVIÇO:
Balaclava Records apresenta: The Lemon Twigs em São Paulo
Data: 13 de Novembro de 2026, sexta-feira
Local: Casa Rockambole
R. Belmiro Braga, 119 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05432-020, Brasil
Horários: 20h portas / 21h30 The Lemon Twigs
Ingressos aqui.
Foto: Eva Chambers / Divulgação
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Vermelha mistura manguebeat, psicodelia e noite ébria em “Talagada”

RESUMO: Em Talagada, o trio Vermelha cruza batuques, guitarras, psicodelia e ritmos afro-brasileiros numa viagem de riffs insistentes, figuras noturnas e estados alterados.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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O Vermelha (ótimo nome!) é um trio com base em São Paulo que já andou aparecendo no Pop Fantasma, e que agora retorna com o single Talagada – uma trama que “mistura transe e mistério”, com referências que incluem manguebeat, tropicalismo, ritmos afro, entidades e estados alterados.
Entre batuques e guitarras, “Zé Pilintra, bêbados e transeuntes trafegam sobre um instrumental pulsante, mistura de psicodelia com ritmos afro-brasileiros”, como avisam Le Moreli (voz, guitarra), Zollner (baixo) e Jesa Pop (bateria). “A melodia nasce a partir de um riff insistente, enquanto a letra persegue um jogo de palavras e frases, à deriva de recortes de textos que embaralhados criam novos sentidos e significados, apontando para a imprevisibilidade de uma noite ébria”. A produção da faixa é de Paulo Kishimoto (Pitty, Bufo Borealis, Rivera Gaz).
Talagada, vale dizer, é uma demonstração de que para o Vermelha, interessa bem pouco ficar preso a formatos, estilos e gêneros – e dá uma mostra de que o que vem aí segue a mesma onda, com experimentações, climas bem atmosféricos e vibe de sonho – aliás, acompanhando o jogo de palavras e riffs de Talagada, dá a impressão de acompanhar um sonho bem brasileiro e em alto volume.
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