
RESENHA: Stelare renasce do Mosby com emo adulto e direto: refrãos fortes, temas de rotina sufocante, ódio, agonia e sobrevivência num 6×1 diário. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Miss Simpatia, álbum de Number Teddie, mistura folk, emo e eletrônica para transformar traumas familiares e afetivos em pop confessional, sombrio e cheio de sinceridade....

RESENHA: Asterisma mistura emo, shoegaze e pós-hardcore em Honra entre os novos ladrões, para falar de privilégios, rotina sufocante e dores internas. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Vindo de Sorocaba (SP) ganha força: o Ana Paia estreia com guitarras entre emo e shoegaze, letras doloridas e convidados como Gabri Eloitt e Vitor...

RESENHA: Em Everyone’s a star, 5 Seconds Of Summer larga a indecisão e transforma o “em cima do muro” de discos passados em algo variado e...

RESENHA: O Sainthood Reps retorna após 12 anos com Dull bliss, disco emo/pós-grunge intenso e confessional sobre ansiedade, dor e recomeços. Texto: Ricardo Schott Nota: 7,5...

RESENHA: Love Ghost, projeto do californiano Daniel Alcala, mistura emo, trap e punk pop em Gas mask wedding, disco criativo sobre amores e desastres distópicos. Texto:...

RESENHA: Veteranos do emo canadense, o Silverstein lança Pink moon, disco pesado e variado que mistura punk-pop, nu-metal e hardcore melódico. Texto: Ricardo Schott Nota: 6,5...

RESENHA: Cleozinhu mistura emo, trap, folk e cloudrap em Fragmentos de estrela, álbum hipnótico que explora estilos e emoções em faixas conectadas. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Yellowcard volta após quase dez anos com Better days, disco que mistura punk-pop, emo e pós-grunge com energia, melodia e sinceridade. Texto: Ricardo Schott Nota:...