
RESENHA: Rolimã estreia com emocore de vibe nostálgica, no álbum Pior que eu tava de tão de boa que esqueci até que eu tava aqui –...

RESENHA: O .pontonemo. mistura noise, shoegaze cru, emo e pós-punk num EP sobre distância, com clima denso, espacial e melancólico. Texto: Ricardo Schott Nota: 8 Gravadora:...

RESENHA: Planoreal mistura hardcore, emo e alt 90s em Mérito, EP visceral e melancólico; vai do punk veloz ao screamo, com clima catártico e letras intensas....

RESENHA: Love Ghost mistura metal, eletrônico e urbano. O EP Anarchy and ashes vai do peso ao punk com ecos emo. Texto: Ricardo Schott Nota: 7,5...

RESENHA: Quedalivre mistura emo, nu-metal e indie em Seres urbanos, com peso, melodia e ruído. Disco diverso, bem produzido e cheio de referências dos anos 90/2000....

RESENHA: Banda de Jundiaí, Este Lado Para Cima mistura emo e indie no EP, com letras por associação e referências que vão de The Cure ao...

RESENHA: Chococorn and The Sugarcanes faz em Todos os cães merecem o céu um emo que mistura lo-fi, eletrônico e pós-punk com memórias, traumas e melodias...

RESENHA: Pedro Lanches mistura emo e shoegaze em Sementes, com letras íntimas sobre memória, insegurança e romance, entre ruído lo-fi e clima sonhador. Nota: 8 Gravadora: Matraca...

RESENHA: Metonímia mistura emo e rock alternativo com ecos de Foo Fighters e pós-punk. Letras urbanas e melancólicas falam de amores, ônibus e noites em SP....

RESENHA: Stelare renasce do Mosby com emo adulto e direto: refrãos fortes, temas de rotina sufocante, ódio, agonia e sobrevivência num 6×1 diário. Texto: Ricardo Schott...