O ano de 1992 não viu nascer nenhum disco do rei do soul James Brown, que passava por um período de baixa após prisões por agressão, porte de drogas e de arma sem licença. Só em 1993 sairia o interessante Universal James, produzido por Jazzie B., do Soul II Soul, e que levava o cara que mais trabalhou no showbusiness para os universos do rap e do novo r&b.

Entrando em seus anos finais de carreira, Brown encontrava pela frente muito trabalho, excursões, um filme biográfico (James Brown: The man, the music, the message, dirigido por Thomas A. Hart Jr e lançado naquele mesmo ano). E uma coisa que eu nunca imaginei ver: um job como garoto-propaganda de Miso, espécie de Cup Noddles japonês lançado pela Nissin, mesma fabricante do Miojo. Brown, ainda em forma, gravou dois comerciais em que aparece dançando e promovendo o novo produto. Pega aí.