Criticada recentemente por causa de uma entrevista tida como “sem confronto algum” que fez com Donald Trump, a influente apresentadora e jornalista americana Maria Bartiromo trabalhou de 1993 a 2013 na emissora a cabo americana CNBC. Hoje trabalha como apresentadora e editora executiva na Fox, onde mantém atrações como Maria Bartiromo’s Wall Street. Em 2004, ainda na CNBC, recebia convidados variados, até gente da música.

Um deles foi ninguém menos que Prince, numa entrevista que terminou de maneira, er, bem esquisita. Olha aí.

Prince, movimentando-se beeeem devagar e deixando Maria ligeiramente tensa, pega o violão e vai apresentar uma música. O problema é que, conforme entrevistado e apresentadora haviam combinado, ele iria tocar e ela deveria cantar. Estaria tudo bem se Maria conhecesse alguma letra de Prince (bom, ela pede para cantar o hit Purple rain), o que dificultou um pouco.

Bom, há mais relações de Bartiromo com o universo do rock do que se desconfia, já que a jornalista de economia, lá por 1998, começou a receber e-mails de um sujeito que assinava as missivas como… Joey Ramone. Ignorou todas, achando que era um maluco pedindo conselhos sobre investimentos, até que descobriu que era o próprio. “E ele estava em sintonia com os mercados. Ele realmente desenvolvia sua própria carteira de investimentos. Joey Ramone era um investidor fantástico”, contou ao The Guardian certa vez.

A amizade dos dois gerou uma música de Joey chamada Maria Bartiromo, que saiu no primeiro disco solo de Joey, lançado postumamente em 2002, Don’t worry about me.