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Lunoz transforma as reflexões de Carl Jung em música no single “Afinal”

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Lunoz transforma Jung e a dificuldade de parar no single “Afinal”

RESUMO: Inspirada por Carl Jung, a Lunoz transforma sonhos, inconsciente e a dificuldade de desacelerar em rock no single Afinal. A faixa questiona quando um sonho deixa de ser desejo e vira cobrança.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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Olha a psicanálise inspirando um som do rock nacional atual. Inspirada pelas reflexões de Carl Gustav Jung sobre sonhos e inconsciente, a banda Lunoz transforma a dificuldade de desacelerar em música no novo single, Afinal. A faixa parte de uma pergunta simples: o que acontece quando a gente passa tanto tempo perseguindo um sonho que já não consegue distinguir desejo de cobrança?

A ideia aparece na própria estrutura da música, que trata do sono como um momento em que a mente continua trabalhando. Afinal leva as tais descobertas na obra de Jung (citado na letra!) para um terreno mais cotidiano: metas, prazos, projetos e a sensação de que sempre existe alguma coisa a ser resolvida antes de finalmente descansar.

“É justamente nesse espaço entre o desejo de seguir em frente e a dificuldade de desacelerar que nasce Afinal”, explica a banda. A letra usa metáforas tecnológicas e questionamentos existenciais para falar sobre insistência, expectativa e a tentativa de entender o que acontece dentro da própria cabeça. As pergunta que ficam estão no refrão: “afinal como viver um sonho? / acordado ou em segundo plano?”

Formada em São Gonçalo (RJ) a Lunoz também leva para as músicas a experiência de seus integrantes na vida independente. Lucas Rato (vocal e guitarra) e Gabriel Costa (guitarra), ambos ligados à banda Mais Um Dia, dividem o grupo com Marcos Abiraude (teclado e backing vocal) e Bill Dias (bateria), também integrante da Melton Sello.

A banda surgiu dentro da cena alternativa de São Gonçalo e reúne influências que passam por Supercombo, Fresno e Turnstile. O resultado combina letras alegóricas com arranjos que podem ir da delicadeza à intensidade, sem abandonar temas ligados à vida adulta e às dificuldades de conciliar trabalho, estudo, projetos pessoais e criação artística.

Afinal também abre uma nova etapa para a Lunoz. O single chega acompanhado de um clipe concebido, dirigido e produzido por Lucas Rato, e funciona como primeiro recorte do próximo álbum da banda. O clipe tem uma curiosidade: o início lembra uma brincadeira com aquelas propagandas que aparecem justamente no YouTube antes dos vídeos que você quer assistir.

Se o disco vai continuar explorando a relação entre memória, tecnologia e relações humanas, Afinal já dá uma pista do caminho: a ideia é entender por que a gente continua correndo mesmo quando, aparentemente, era hora de parar.

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MADA 2026 fecha lineup com Zeca Pagodinho, Emicida, Marina Sena e BaianaSystem

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MADA 2026 fecha lineup com Zeca Pagodinho, Emicida, Marina Sena e BaianaSystem

RESUMO: O MADA acontece em 16 e 17 de outubro, em Natal, com Zeca Pagodinho, Emicida, Marina Sena, BaianaSystem, Gaby Amarantos e dezenas de atrações. Parte do festival terá transmissão pela TV e Globoplay.

Texto: Ricardo Schott – Foto:

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O MADA – Música Alimento da Alma fechou o lineup de sua 28ª edição, marcada para os dias 16 e 17 de outubro, na Arena das Dunas, em Natal (RN). Zeca Pagodinho, Emicida, Marina Sena, BaianaSystem e Gaby Amarantos estão entre os principais nomes da programação deste ano.

Zeca faz seu show com participação de Karinah. O festival terá ainda Duquesa, Luiz Lins, NandaTsunami e Tribo de Jah convidando Célia Sampaio, além de Taj Ma House, SouRebel com Núbia, Delusis com Sad Bruno e Leoa com Kaya Conky. A programação passa por samba, rap, pop, reggae e diferentes vertentes da música urbana.

O Baile da Amada, que desde 2023 tem um palco próprio dentro do MADA, também retorna. Na sexta-feira (16), passam por lá BRIME!!, Bia Soull, RHR, RYANBNOG e Metalluna, Cabra Guaraná, Belisa, Leviathan e Jader. No sábado (17), é a vez de IDLIBRA, Ramon Sucesso, CESRV, D3LCU, Africanoise, Dusouto, D’Renor, Eleva e Marti.

Quem estiver longe de Natal também poderá acompanhar parte do festival. Pelo terceiro ano consecutivo, o MADA terá transmissão pela TV Globo, Inter TV e Globoplay. Segundo a organização, a cobertura de 2026 chegará aos cinco estados da região Norte, aos nove do Nordeste, além de Rio de Janeiro e Minas Gerais, por meio de 52 afiliadas.

Criado em 1998, o MADA chega à 28ª edição depois de ter recebido mais de 700 artistas. Para Jomardo Jomas, idealizador e diretor do evento, a mistura de gerações continua sendo parte da proposta.

“Sempre um desafio entregar uma edição com tanta diversidade na programação, mas sempre fez parte do DNA do MADA esse cuidado de conseguir levar ao público esse recorte da música brasileira e, ao mesmo tempo, abrir espaço para novos nomes e novas sonoridades. É esse equilíbrio que faz o festival continuar se renovando a cada edição”, afirma.

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SERVIÇO

Festival MADA 2026
16 e 17 de outubro de 2026
Arena das Dunas – Av. Prudente de Morais, 5121, Lagoa Nova – Natal/RN

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

PALCOS DO GRAMADO

SouRebel convida Núbia
Luiz Lins
Zeca Pagodinho | com part. especial de Karinah
Marina Sena
Tribo de Jah convida Célia Sampaio
Duquesa
Delusis convida Sad Bruno
Leoa convida Kaya Conky
Taj Ma House
NandaTsunami
BaianaSystem
Gaby Amarantos
Emicida

BAILE DA AMADA | sexta-feira (16/10)

BRIME
BIA SOULL
RHR
RYANBNOG
METALLUNA
Cabra Guaraná
Belisa
Leviathan
Jader

BAILE DA AMADA | sábado (17/10)

IDLIBRA
Ramon Sucesso
CESRV
D3LCU
Africanoise
Dusouto
D’Renor
Eleva
Marti

Transmissão: TV Globo, Inter TV e Globoplay.
Ingressos: Shotgun

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E os Lemon Twigs tão vindo aí: vai rolar show em SP em novembro

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E os Lemon Twigs tão vindo aí: vai rolar show em SP em novembro

Os Lemon Twigs voltam ao Brasil em novembro. O projeto dos irmãos Brian e Michael D’Addario faz show único no país no dia 13 de novembro, sexta-feira, na Casa Rockambole, em São Paulo. A apresentação faz parte da turnê de Look for your mind!, sexto álbum de estúdio da dupla, lançado em maio pela Captured Tracks.

Os ingressos já estão à venda pelo site da Ingresse. Também é possível comprar sem taxa de conveniência no Takkø Café, na Vila Buarque, ponto de venda físico oficial da apresentação. O show é uma realização da Balaclava Records.

Formado em Nova York, o Lemon Twigs trabalha com referências do pop e do rock dos anos 1960 e 1970, especialmente harmonias vocais, pop barroco e arranjos que fogem das estruturas mais convencionais. Nos últimos anos, os irmãos lançaram Everything harmony (2023) e A dream is all we know (2024).

Look for your mind! dá sequência a essa fase, mas traz uma mudança no processo de gravação. Brian e Michael abriram mais espaço no estúdio para os músicos que os acompanham na estrada, com participações de Reza Matin (bateria), Danny Ayala (baixo e vocais) e Eva Chambers, da banda Tchotchke (também baixo e vocais). O som ganha uma cara cada vez mais sixties, mas com letras ligadas à paranoia e à sensação de viver em tempos cada vez mais estranhos.

SERVIÇO:
Balaclava Records apresenta: The Lemon Twigs em São Paulo
Data: 13 de Novembro de 2026, sexta-feira
Local: Casa Rockambole
R. Belmiro Braga, 119 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05432-020, Brasil
Horários: 20h portas / 21h30 The Lemon Twigs
Ingressos aqui.

Foto: Eva Chambers / Divulgação

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Vermelha mistura manguebeat, psicodelia e noite ébria em “Talagada”

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Vermelha mistura manguebeat, psicodelia e noite ébria em “Talagada”

RESUMO: Em Talagada, o trio Vermelha cruza batuques, guitarras, psicodelia e ritmos afro-brasileiros numa viagem de riffs insistentes, figuras noturnas e estados alterados.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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O Vermelha (ótimo nome!) é um trio com base em São Paulo que já andou aparecendo no Pop Fantasma, e que agora retorna com o single Talagada – uma trama que “mistura transe e mistério”, com referências que incluem manguebeat, tropicalismo, ritmos afro, entidades e estados alterados.

Entre batuques e guitarras, “Zé Pilintra, bêbados e transeuntes trafegam sobre um instrumental pulsante, mistura de psicodelia com ritmos afro-brasileiros”, como avisam Le Moreli (voz, guitarra), Zollner (baixo) e Jesa Pop (bateria). “A melodia nasce a partir de um riff insistente, enquanto a letra persegue um jogo de palavras e frases, à deriva de recortes de textos que embaralhados criam novos sentidos e significados, apontando para a imprevisibilidade de uma noite ébria”. A produção da faixa é de Paulo Kishimoto (Pitty, Bufo Borealis, Rivera Gaz).

Talagada, vale dizer, é uma demonstração de que para o Vermelha, interessa bem pouco ficar preso a formatos, estilos e gêneros – e dá uma mostra de que o que vem aí segue a mesma onda, com experimentações, climas bem atmosféricos e vibe de sonho – aliás, acompanhando o jogo de palavras e riffs de Talagada, dá a impressão de acompanhar um sonho bem brasileiro e em alto volume.

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