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Uma estilista consertou a asa quebrada de uma borboleta

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Uma estilista consertou a asa quebrada de uma borboleta

A borboleta monarca é considerada símbolo do controle mental da CIA. Tem caçadores de pistas malucas que não se conformam com o fato de ela aparecer inclusive em capas de discos – como Michael, disco póstumo de Michael Jackson lançado em 2010, e Brand new eyes, álbum do Paramore de 2009. Agora, vamos ao que interessa: uma estilista chamada Rose McCloskey, fanática por borboletas, resolveu consertar a asa partida de um desses exemplares. Usando a asa de uma monarca que tinha morrido, ela foi preenchendo os buracos e conseguiu “fabricar” uma asa nova.

Olha aí as fotos de todo o processo até o dia do primeiro voo da borboleta com a nova asa.

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Via Laughing squid.

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Cinema

Bead game: desenho animado sobre agressividade

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Bead game: desenho animado sobre agressividade

Em 1977, o diretor de cinema Ishu Patel fez o curta-metragem de animação Bead game, que foi relançado recentemente pelo National Film Board of Canada.

Para mostrar como a agressividade pode chegar a níveis inimagináveis, ele criou uma animação que usa apenas contas coloridas, que ganham a forma de vários objetos, animais, pessoas e monstros – um lado sempre tentando derrotar o outro. E quando você nem imagina que a briga pode ficar maior ainda, ela fica.

Via Laughing Squid

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Quando saiu o primeiro disco quadrifônico em três décadas

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Tem disco novo de Suzanne Ciani. Não, pera...

Em 2018, a musicista experimental Suzanne Ciani, ligada à música eletrônica, lançou disco novo. Só que não é apenas um disco. É uma experiência. Trata-se do primeiro lançamento em formato quadrifônico a sair em pelo menos três décadas. Falamos disso na época no POP FANTASMA.

Live quadraphonic chegou às lojas em 4 de junho e é um kit que vem com LP, mais um decodificador de hardware que permite ouvir o registro em quatro alto-falantes. O criador do canal de vídeos Techmoan, que lida basicamente com tecnologia antiga de áudio e vídeo, foi contactado pelo selo que lançou o álbum, e recebeu (alguns meses depois) o disco para fazer uma demonstração no canal.

O disco vem numa caixa que inclui o vinil e todo esse material extra – o youtuber sugere que tudo venha numa embalagem mais segura, porque algumas coisas vêm meio largadas, mas diz que já conversou com a gravadora. O decodificador quadrifônico foi criado por uma empresa da Austrália chamada Involve Audio e rola certa esperança de que haja mais projetos envolvendo gravação para aparelhos de quatro caixas (o que, vale citar, não tem acontecido muito).

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A demonstração do vinil é feita num toca-discos estilo sound burger, daqueles que parece que não vão aguentar tocar nem metade de um vinil, com quatro caixas – mas o som, pelo menos no que dá para ver e ouvir no vídeo, ficou bem legal e cheio de ambiência.

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Cinema

O “corte perdido” de Star Wars

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O "corte perdido" de Star Wars

O canal Film Spaced fez uma análise bem detalhada, e cheia de imagens raras, do que seria o primeiro corte do primeiro filme da série Star wars – que depois viraria Star wars IV: Uma nova esperança, depois das várias mudanças que George Lucas fez.

Para quem nunca ouviu falar da história, é basicamente o seguinte: antes de o que seria Guerra nas estrelas (era assim que o filme era chamado no Brasil em 1977) chegar nos cinemas, houve um primeiro corte do filme, exibido por George Lucas apenas para um grupo especial de amigos – Steven Spielberg entre eles.

O tal corte tinha diferenças básicas em relação ao filme que foi para as telas. O logotipo era um pouco diferente, o rolar do primeiro texto também, a voz do Darth Vader era feita pelo ator que o interpretou (o fisiculturista David Prouse), a voz do Chewbakka também era diferente. A duração do filme era bem maior, inclusive a de várias batalhas.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Halyx: quando a Disney lançou uma banda de rock inspirada em Star Wars

As tais mudanças foram feitas rapidamente e teriam deixado o filme mais “palatável” para o grande público. O tal corte virou lenda e muita gente até afirmava que ele não existia. Até que em 1997 um jornalista de uma publicação especializada viu o tal lost cut e relatou tudo o que assistiu. O trabalho inicial reside hoje em um cofre da Lucasfilm e possivelmente nunca será lançado oficialmente (e talvez nem não-oficialmente).

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As imagens que você no vídeo, por sua vez, não são do tal corte. São da primeira edição de Uma nova esperança, que foi resgatada pelo projeto Depecialized edition, tocado adiante por um cara chamado Harmy (ou Petr Harmáček, um professor de inglês da República Checa).

>>> Veja também no POP FANTASMA: Sambão de Star Wars, com Masayoshi Takanaka

Como Lucas alterou vários diálogos e passagens dos filmes para seu relançamento em 1997, Harmy decidiu fazer cortes nos filmes, acrescentar trechos tirados de edições anteriores e fez seus próprios lançamentos não-oficiais (que nunca foram contestados pela LucasFilm ou pela Disney porque não foram feitos com fins lucrativos).

Pega aí (em inglês mas tem legendas em português automáticas)

Via Future of Star Wars e Laughing Squid

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