
RESENHA: No álbum The how to sing tape, Elli Ott explora cordas, objetos e falhas de gravação para criar uma mistura de folk, ruído e experimentação,...

RESENHA: No terceiro disco solo, Brandon Flowers mergulha no country de Nashville, entre Johnny Cash e Willie Nelson, mas letras ingênuas e constrangedoras tornam Thrasher uma...

RESENHA: No EP Tormento, João Kombi explora ruídos processados, distorções e texturas mecânicas em duas longas faixas instrumentais gravadas para o programa Bipe. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: No quarto álbum, Ternura e violência, o Magnólia combina screamo, emo, shoegaze e breakcore em músicas que alternam tranquilidade e peso para falar de amor,...

RESENHA: No segundo álbum, Irreversible, o Brigitte Calls Me Baby transforma referências a Morrissey, The Cure, Pretenders e Roxy Music em rock melódico e pós-punk sobre...

RESENHA: No oitavo álbum, This mirror weighs a ton, o Interpol supera a comparação com Joy Division ao misturar pós-punk, dub, trip hop, reggae e eletrônica,...

RESENHA: No EP Estranho indivíduo familiar, Matheus Gomes da Costa transforma questões de infância, religião, desejo e identidade em um rock teatral que cruza art rock,...

RESENHA: Na estreia No fun at all, Mesh, quarteto da Filadélfia, cruza punk, rock dos anos 1960 e indie oitentista com guitarras de 12 cordas e...

RESENHA: No primeiro álbum completo, Tragédia, o Bebê Feio mistura death metal, doom, sludge e deathcore em uma narrativa sobre abuso, perdas, culpa e conflitos provocados...

RESENHA: O grupo baiano Noite Suite atualiza o sophisti-pop dos anos 1980 com shoegaze, trip hop e synthpop em Quase estrela, disco que também flerta com...