
RESENHA: Em Veras II, o Vera Fischer Era Clubber transforma electroclash, pós-punk, funk e poesia marginal em provocação, desejo e confronto — um disco feito para...

RESENHA: Formado por dois brasileiros e um uruguaio em Barcelona, o Boletaire estreia cruzando Hüsker Dü, Fugazi, Iggy Pop e pós-punk em um rock de trio...

RESENHA: Em Nada me parece igual, o Alcateia cruza Beatles, psicodelia, country, blues e folk com letras sobre alienação no trabalho, truculência, religião e poder. Texto:...

RESENHA: No EP Great lake, o Just Penelope mistura emo, shoegaze, dream pop e pós-punk com mudanças bruscas entre silêncio, melodia e distorção, numa versão própria...

RESENHA: Projeto solo de Gabriel Perninha, baterista do The Baggios, PERNAF usa cômodos e objetos domésticos como percussão em Casa, EP que cruza eletrônica, jazz, música...

RESENHA: Em Navajo white, Swami John Reis mistura garage punk, pós-punk, folk e rock dos anos 1960 em músicas sobre dúvidas, recomeços e as marcas que...

RESENHA: No álbum Fear on my own time, o texano Guiding Light cruza punk, country, pós-hardcore e ecos dos anos 1960 em músicas rápidas e provocadoras,...

RESENHA: Novo projeto de Laurie Vincent, do Soft Play, o Big Truck estreia com Midday at the middleway cruzando pós-punk, dub, psicodelia e eletrônica, com ecos...

RESENHA: No primeiro EP, o Stratford Rise cruza math rock, pós-punk e peso em quatro faixas curtas e violentas, com ritmos desconstruídos, guitarras abrasivas e uma...

RESENHA: No EP Stink, o Cinema Stare cruza pop-punk, emocore, power pop e hardcore melódico em músicas sobre amizades rompidas, autoestima e independência, com ecos do...