
RESENHA: Lykke Li transforma pista, ressaca e solidão em pop hipnótico e existencial no melancólico e experimental The afterparty. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora: Neon...

RESENHA: Após anos de promessas, Gretel lança Squish: estreia confessional, crua e intensa, entre o indie, o punk e baladas sombrias cheias de emoção. Texto: Ricardo...

RESENHA: Stella Matteoni estreia com pop independente, confessional e acessível; Imposter soa como manifesto de autonomia Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora: Independente Lançamento: 27 de...

RESENHA: Em Pelas ruas das Américas, a banda Outros Bárbaros mistura reggae, ska e samba com pop 90s, ganhando identidade e apontando caminhos variados no decorrer...

RESENHA: Holly Humberstone reflete o fim da infância em Cruel world, disco de pop confessional, bittersweet e introspectivo, misturando memórias, estranheza e sons variados. Texto: Ricardo...

RESENHA: Hades, de Melanie Martinez, é um disco longo, denso e “cinematográfico”, com crítica social pesada e relatos crus que exigem atenção e fôlego. Texto: Ricardo...

RESENHA: Sexistential mostra Robyn madura: pop eletrônico entre sexo, maternidade e existencialismo, com som hipnótico e olhar atual sobre o amor. Texto: Ricardo Schott Nota: 10...

RESENHA: Em It’s not that deep, Demi Lovato aposta em pop leve e feliz, mas falta gás para transformar a fase boa em algo realmente marcante....

RESENHA: Luvcat estreia com Vicious delicious, disco de pop nostálgico e lânguido, entre Hollywood vintage, art-pop e sombras pós-punk, com poucos tropeços. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Benson Boone junta ideias pop em American heart, mas o disco soa como colagem apressada, com altos, baixos e pouca direção. Texto: Ricardo Schott Nota:...