
RESENHA: Sparkler ironiza rótulos, mas faz shoegaze fiel às origens em Glidewinder: som denso, ruidoso e psicodélico, inspirado em clássicos do gênero. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Uni Boys mistura power pop, punk e ecos dos anos 60/70, com produção dos Lemon Twigs e referências a Beatles, Big Star e Green Day....

RESENHA: Após expulsão do vocalista Scott Kelly, Neurosis segue sem ele e lança An undying love for a burning world, disco pesado e sombrio, explorando caos,...

RESENHA: Escola, do Pobre Orfeu, mistura garage e psicodelia para revisitar infância, adolescência, traumas e descobertas de Agatha Fortes, criadora do projeto. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Parceria entre Napalm Death e Melvins mistura peso, ruído e experimentação, com a brasa não muito discretamente puxada para o grupo de Seattle. Texto: Ricardo...

RESENHA: Funk mineiro reinventa o gênero com identidade própria. Em De keke!, Vhoor mistura batidão, dream pop e climas variados entre o sensual e o sombrio....

RESENHA: Em Glass and bones, Makthaverskan mistura pós-punk, jangle e dream pop, com guitarras frias e intensidade. Destaque para a voz poderosa e versátil de Maja...

RESENHA: Big League mistura punk e melodias com pegada “guerreira” em Windanswagger, EP que cruza power pop, garage e ironia sobre vidas de aparência. Texto: Ricardo...

Afinal de contas, o que é uma “autobiografia astrológica”? Pois é, o líder do Tears For Fears, Roland Orzabal, promete exatamente isso em seu livro Welcome...

RESENHA: Robber Robber mistura doçura, ruído e precisão rítmica em disco feito no caos, com pegada pop e energia punk experimental. Texto: Ricardo Schott Nota: 9...