
RESENHA: Em Glass and bones, Makthaverskan mistura pós-punk, jangle e dream pop, com guitarras frias e intensidade. Destaque para a voz poderosa e versátil de Maja...

RESENHA: Big League mistura punk e melodias com pegada “guerreira” em Windanswagger, EP que cruza power pop, garage e ironia sobre vidas de aparência. Texto: Ricardo...

Afinal de contas, o que é uma “autobiografia astrológica”? Pois é, o líder do Tears For Fears, Roland Orzabal, promete exatamente isso em seu livro Welcome...

RESENHA: Robber Robber mistura doçura, ruído e precisão rítmica em disco feito no caos, com pegada pop e energia punk experimental. Texto: Ricardo Schott Nota: 9...

RESENHA: Pigimichi mistura synths densos, pop torto e experimentalismo em Old quarters, um disco viajante que cruza Mutantes, krautrock e pop anos 1980. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Barulho pesado e inquieto: o Wax Head mistura garage, industrial e punk em Gnat, disco curto, experimental e sujo, com referências bem específicas. Texto: Ricardo...

RESENHA: Isaaccles lança Janelas, EP íntimo e cru, gravado em dois dias, com violão, ruídos de rua e clima introspectivo do começo ao fim. Texto: Ricardo...

RESENHA: All clouds bring not rain, disco do Memorials, mistura psicodelia, shoegaze e referências 60s/70s em som denso, intuitivo e surpreendente, que atualiza ideias do gênero....

RESENHA: O Soviet Dust nasce de colagens de áudio de viagens. EP mistura kraut, pós-punk e shoegaze em clima frio, experimental e melancólico. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Banda sueca Vero mistura pós-punk, grunge e power pop em Razor tongue: guitarras, vocal rouco e clima entre Hole, Nirvana e R.E.M., com peso e...