
Nevermind, do Nirvana, foi o primeiro “clássico do rock” conhecido muita gente – e foi o primeiro disco que uma galera enorme que hoje está entre...

RESENHA: Em It’s not that deep, Demi Lovato aposta em pop leve e feliz, mas falta gás para transformar a fase boa em algo realmente marcante....

E acabou o mistério, mantido em banho-maria pela Prefeitura do Rio desde o ano passado: Shakira será a atração da edição 2026 do evento Todo Mundo...

RESENHA: Como duo, o francês Pamplemousse mistura stoner, punk, grunge, psicodelia e vários experimentos sonoros em Porcelain. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora: Independente Lançamento: 26...

Não decidimos ainda se o Pop Fantasma vai ter um recessinho de Natal – opa, é capaz de ter porque ninguém é de ferro. Mas estamos...

RESENHA: Lily Allen renasce em West End Girl: pop confessional, moderno e afiado, transformando dores pessoais no melhor álbum dela em anos. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Em Stargirl, Ugly Ozo mistura confissão e ruído: ansiedade, isolamento e guitarras 90s entre Pixies, The Cure e Sonic Youth. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5...

RESENHA: Em Holding the sun, Sally Dige mistura rock britânico 80s, dream pop e baladas sombrias, criando um disco breve e hipnótico sobre o amor perdido....

RESENHA: Debby Friday mistura eletrônica dos anos 1980-2000 com sombras e luz, criando synthpop, house e momentos experimentais em seu segundo álbum, The starrr of the...

RESENHA: Perimenopop marca nova fase de Sophie Ellis-Bextor: pós-disco pop adulto, divertido e moderno, sem perder brilho nem personalidade. Apoie a gente e mantenha nosso trabalho (site,...