
RESENHA: Man’s best friend mostra Sabrina Carpenter afiada: pop leve e irônico, entre soft rock e dance, criticando homens perdidos e relações falhas. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Com I’m only fucking myself, Lola Young afronta o puritanismo pop com um disco caótico e confessional, misturando gêneros, rehab, sexo e desilusões num pop...

RESENHA: No EP Kiss/Kill, o Michelle se despede com um pop esperto e irônico, misturando doçura, sexo, caos e autodepreciação com brilho e humor. Texto: Ricardo...

RESENHA: Billianne estreia com Modes of transportation, misturando soft rock, folk e country moderno em um álbum delicado e cheio de surpresas. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: The life of a showgirl traz Taylor Swift em busca de si própria na década passada — um disco eficiente, mas sem grandes ideias. Texto:...

RESENHA: Manny Moura estreia com A crush is a creative act, disco dream pop confessional que une indie-folk, bossa e melancolia cinematográfica. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Após dez anos sem álbuns novos, Tati Quebra-Barraco volta com o EP Da CDD para o mundo, seis faixas de funk cru, sarcástico e poderoso....

RESENHA: Swag, novo disco-surpresa de Justin Bieber, mistura lo-fi, trap e synth pop com vibe indie e desleixo calculado. Musicalmente rico, mas com letras rasas. Apoie a...

RESENHA: Florence Road mistura indie pop com rock 90s, grunge e britpop, mirando fãs de Olivia Rodrigo e pais fãs de PJ Harvey. Apoie a gente e...

Tem algo de Taylor Swift na música de Jensen McRae – ainda que a influência não seja óbvia e as duas personagens sejam bastante diferentes em...