
RESENHA: Giant, vindo da Austrália, evoca Black Sabbath e Sleep no álbum Beneath the mountains: riffs longos, eco cavernoso, sujeira stoner e clima apocalíptico. Texto: Ricardo...

RESENHA: Vienna Vienna mistura punk, glam e synth oitentista em EP confessional sobre redes sociais, solidão e excessos, com energia pop/art rock e olhar queer. Texto:...

RESENHA: Besta Quadrada é punk nervoso de NY: riffs secos, gravação ao vivo e fúria à Buzzcocks e Black Flag, com sarcasmo e peso casca-grossa. Texto:...

RESENHA: Winged Wheel funde pós-punk, krautrock e prog em Desert so green: faixas hipnóticas, meditativas e circulares feitas por veteranos do experimental. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Lemondaze cruza pós-punk e post-rock em Subtext: faixas hipnóticas, guitarras em nuvem, peso crescente e climas cerebrais à la Brian Eno. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: She’s Green mistura shoegaze, dream pop e climas meio fantasmagóricos em seu segundo EP, Chrysalis – que soa etéreo e denso ao mesmo tempo. Texto:...

RESENHA: Shaking Hand estreia misturando britpop, shoegaze e pós-punk: guitarras circulares, ruído à Sonic Youth e climas de Ride a Wire. Texto: Ricardo Schott Nota: 9...

RESENHA: Saints and aliens é pop meditativo de Sis and The Lower Wisdom: folk, jazz e psicodelia guiados por baixo e piano, em travessia espiritual. Texto:...

RESENHA: No disco Como nascem os monstros, o Manger Cadavre? usa crust metal brutal e arranjos belos para atacar capitalismo e big techs, com horror, peso...

RESENHA: Projeto de Lynn, Bruxa do Mangue aposta em folk, drone e beats sutis, com beleza meditativa e mântrica nos discos Um amor tranquilo e O...