
RESENHA: JoyCry, EP de Vanna Blue, mistura dream pop e pós-punk em faixas hipnóticas que alternam luz e sombra, com texturas cintilantes e certa agressividade. Texto:...

RESENHA: Funk é matemática vê Pipa explorar o funk à distância, misturando ambient, beats experimentais e viagens eletrônicas em movimentos cheios de atmosfera. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Coletânea Wings relembra a fase 1971–79 de Paul McCartney, quando liderou a banda que dá nome ao disco. É pop-rock brilhante entre caos criativo, hits...

RESENHA: Casa da Mata celebra dez anos com o EP Carnaval, mergulhando em blues rock sombrio, pós-punk e psicodelia nordestina, mas com pouca variação de clima....

RESENHA: Bruno Leo faz em Vestígios um álbum-crônica sobre memórias e mudanças, misturando britpop, pós-punk e dream pop em histórias de lugares e vidas. Texto: Ricardo...

RESENHA: Stelare renasce do Mosby com emo adulto e direto: refrãos fortes, temas de rotina sufocante, ódio, agonia e sobrevivência num 6×1 diário. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Rock progressivo robusto, com teclados à Deep Purple e clima pesado e viajante, marca The archaeoptimist, da banda Spock’s Beard — seis faixas, longas viagens...

RESENHA: Sensações, EP da paulista Josie, mistura brasilidades e vibes ligadas a estilos como post rock, dream pop e synthpop em uma viagem existencial da Confusão...

RESENHA: MC Taya e banda detonam machismo, racismo, violência e abuso em Histeria agressiva 100% neurótica vol. 2 – Muito mais neurótico, misturando funk, punk, metal...

RESENHA: Yungblud e Aerosmith revivem a fase anos 1990 do grupo norte-americano em EP irregular. Tem hard rock psicodélico competente, uma boa faixa (Wild woman) e...