
RESENHA: Na estreia solo Primitivo atemporal, Clayton Barros cruza Nordeste, rock rural, metal, eletrônica e tambores afro-brasileiros em canções sobre ancestralidade, violência política e liberdade. Texto:...

RESENHA: Em Wrong side of heaven, o End It transforma hardcore veloz e imprevisível em confronto com capitalismo, colonialismo e abuso de poder — sem poupar...

RESENHA: Em Upon this rock I build my church, o PIG1987 usa webcore, jungle e techno para narrar uma internet que prometeu liberdade e acabou dominada...

RESENHA: Jim Blaha, criador do I Will Die In This Jean Jacket, faz no álbum caseiro Hang from a cloud um som parecido com o das...

RESENHA: Inspirado em parte pelos Engenheiros do Hawaii dos anos 2000, Felipe Santiago estreia com Estrangeiro, disco que cruza MPB, indie rock e pop latino em...

RESENHA: The Shel Talmy recordings recupera o jovem Davie Jones tentando se encontrar entre mods, blues e rock britânico — gravações irregulares que mostram, justamente, tudo...

RESENHA: Em Veras II, o Vera Fischer Era Clubber transforma electroclash, pós-punk, funk e poesia marginal em provocação, desejo e confronto — um disco feito para...

RESENHA: Formado por dois brasileiros e um uruguaio em Barcelona, o Boletaire estreia cruzando Hüsker Dü, Fugazi, Iggy Pop e pós-punk em um rock de trio...

RESENHA: Em Nada me parece igual, o Alcateia cruza Beatles, psicodelia, country, blues e folk com letras sobre alienação no trabalho, truculência, religião e poder. Texto:...

RESENHA: No EP Great lake, o Just Penelope mistura emo, shoegaze, dream pop e pós-punk com mudanças bruscas entre silêncio, melodia e distorção, numa versão própria...