
RESENHA: No álbum Big break, o Fun For Freaks entrega punk direto, irônico e anticaretas. Entre porradas, pós-punk e humor ácido, o terceiro álbum mira moralistas...

RESENHA: Em 1985, o Hüsker Dü vivia uma fase prolífica, com shows incendiários e transição do indie à Warner – uma época que ganha um registro...

RESENHA: Wire abre caminhos do punk ao experimental: Nine sevens reúne singles lançados entre 1977 e 1980, de melodias pop a ruídos industriais, mostrando a ousadia...

RESENHA: Rock francês em alta – Chéri Chéri mistura punk, 60s/70s e glam. EP traz faixas cheias de Hendrix, mod, hard e psicodelia, e charme francês...

RESENHA: Dízimo, EP do Partido da Classe Perigosa, ataca falsidades religiosas com rap-punk pesado, críticas ácidas e faixas que vão do hardcore ao post-rock. Texto: Ricardo...

RESENHA: Meu Funeral volta com Empacotado, um álbum plural: punk-samba, new wave, blues, dreampunk e confissões ácidas sobre amor, velhice e caos. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Lenda do underground goiano, o Corja une punk, metal e crítica social em …e tudo vai piorar, disco pesado e provocador. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Trio punk paulistano Skizorama lança Skizochaos: 20 minutos de fúria política, caos urbano e riffs que lembram o punk clássico dos anos 1980. Texto: Ricardo...

RESENHA: O Sainthood Reps retorna após 12 anos com Dull bliss, disco emo/pós-grunge intenso e confessional sobre ansiedade, dor e recomeços. Texto: Ricardo Schott Nota: 7,5...

RESENHA: Helena Papini (Francisco El Hombre) estreia solo com Tudo eu?, disco de rock confessional entre punk, power pop e Rita Lee. Texto: Ricardo Schott Nota:...