
RESENHA: Smile blank, estreia do norueguês Raging Lines, mistura new wave, pós-punk e synthrock em clima sombrio que lembra New Order, Smiths e Duran Duran. Texto:...

RESENHA: Phosphorecence mistura eletrônica, noise e pós-punk, com ecos de New Order e shoegaze em clima dançante e hipnótico. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora: Shore...

RESENHA: No EP Stupid kids, Master Peace mistura rock, dance e rap com ironia sobre IA, big techs, traumas e geração Z, citando Cure e Ramones....

Sai em 30 de março o livro Joy Division and New Order: Album by album, do jornalista Mayer Nissim, pela editora White Owl (capa abaixo). A...

RESENHA: Portal, do Balu Brigada, mistura rock, synthpop, house e punk em estreia festeira, certeira na maioria das faixas, sobre dúvidas amorosas. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Sea change, segundo disco do Lovepet Horror, mistura pós-punk, dream pop e ecos 80s em clima imersivo, dançante e sombrio, com guitarras ecoadas. Texto: Ricardo...

RESENHA: Coletânea do Hot Chip reúne 20 anos de indietronica dançante, entre soul, disco, krautpop e repetição criativa de pista. Texto: Ricardo Schott Nota: 9 Gravadora:...

RESENHA: Em Night light, o White Lies mergulha no pós-punk com krautrock, soul e elegância à la Roxy Music, entregando um disco enxuto, inventivo e sempre...

RESENHA: Pós-punk afiado: no novo álbum, o Optic Sink mistura baixo frontal, bateria robótica e synths em faixas tensas, frias e cheias de energia. Texto: Ricardo...

RESENHA: Em Holding the sun, Sally Dige mistura rock britânico 80s, dream pop e baladas sombrias, criando um disco breve e hipnótico sobre o amor perdido....